Exercício: audição e concisão

Um total de 17 mil pessoas vivem em casas construídas sobre lixões na Grande São Paulo.

Ao clicar neste link, você vai ouvir um boletim da Rádio Mural a respeito deste tema.

A sua missão é criar uma pauta, baseada no texto acima, para o seu editor.

A seguir, você vai ler esta reportagem, do jornal O Estado de São Paulo, sobre o mesmo tema.

Após ter lido o texto, reescreva-o, em versão mais resumida, para a internet.

O texto deverá ter um total de 2.000 caracteres, incluindo espaços.

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14 respostas para Exercício: audição e concisão

  1. VANDER RAMOS disse:

    A região de São Miguel Paulista, possuia nos anos 70 e 80 um local para despejo de lixos residenciais orgânicos e não organicos. Este local foi desativado no final da decada dos anos 80, depois de lutas da comunidade dos Jardim das Camelias, Vila Jacui e Jardim Pedro Nunes. Após outra batalha, transformar a area em um parque. A secretaria municipal do verde descontaminou parte da area e ainda continua o trabalho d edescontaminação. Hoje a população ainda espera a liberação do então Parque da Primavera.

    Na região do Itaim Paulista, a situação é pior. Na decada de 60 e 70 o local onde hoje é conhecido como Jardim Aimoré (na região do Jardim Pantanal) tambem era um lixão e um porto de area. Segundo moradores antigos o lixão chegou a ter um buraco de 100 metros e parte desta area está ocupada por moradores. Outra parte esta livre, mas pe utilizada pelos ciganos, que são um povo nomade. Não sabemos se este local foi descontaminado ou se atualmente exala gases toxicos…

  2. VANDER RAMOS disse:

    Cidades do ABC Paulista tem “Morro do Bumba”.

    A lição que os brasileiros receberam no morro do Bumba – Niteroi/RJ, em abril desde ano, pode acontecer na região metropolitana de São Paulo. Nesta mega metropole, existem cerca de 17 mil pessoas em condições muito parecidas daquelas em que os cariocas viveram.

    Famílias que vivem na comunidade do Espirito Santo em Santo André, estão numa situação é muito precária. Cerca de 620 familias moram em solo não seguro e há necessidade de remoção de todos os moradores. O local de 151,9 m2 recebe, periodicamente, monitoramento do Instituto de Pesquisa Tecnológicos(IPT). Há cerca de 7 anos a Prefeitura recebeu verba do BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – e até o momento as obras não foram concluídas.

    No condomínio Barão de Mauá, na cidade de Mauá – ABC Paulista, 6.800 pessoas vivem sobre um lixão industrial que emana gases explosivos debaixa intensidade. Há dez anos uma forte explosão deu o alerta, quando um homem morreu e outro ficou ferido gravemente.

    As prefeituras das áreas de risco de defendem, relatando que fazem sua parte. Em São Bernardo e Diadema, os moradores da área do sítio Joaninha (antigo lixão Alvarenga) serão removidos para instalação de um parque e uma usina de geração de energia alternativa. As administrações municipais, informam que não existe comparação da situação do Sítio Joaninha com o morro do Bumba em Niteroi. O mapeamento das áreas de risco, em São Bernardo, foi finalizado em 2009 e cerca de 226 famílias foram cadastradas pela Secretaria de Habitação e oito familias do Joaninha já foram removidas. As demais aguardam o término das obras de imóveis até junho de 2011.

    O Governo Federal deverá enviar R$ 42 milhões para projetos de recuperação do terreno no sitio Joaninha. Em Santo André o núcleo Espirito Santo, aguarda dinheiro do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e terá 890 famílias removidas nos próximos meses, outras 602 permanecerão no local.

    • brunogarcez disse:

      Olá Vander, o seu texto está muito bom, você colocou todas as informações essencais.

      Mas há só uns errinhos que precisam ser apontados. A “lição que os brasileiros receberam” não se deu “no” morro do Bumba. Se deu “por meio do incidente” no morro do Bumba” ou “com a tragédia no morro do Bumba”. A construção que você fez cabe perfeitamente bem na linguagem falada, mas não soa correta na escrita.

      Ainda neste primeiro parágrafo, caberia uma crase em “condições muito parecidas às daquelas em que os cariocas…”.

      No parágrafo seguinte, se você quer colocar uma vírgula após o “em Santo André”, tudo bem, mas desde que você coloque também uma vírgula antes do “em santo André”. Se não, nada feito.

      Uma outra coisinha é que em uma frase você acabou separando o sujeito do predicado, com vírgulas que não deveriam estar ali. Confira só:

      As administrações municipais, informam que não existe comparação da situação do Sítio Joaninha com o morro do Bumba em Niteroi.”

      Mas, de resto, como falei, fora esses pequenos deslizes, o texto está redondinho, traz todas as informações importantes, apresenta dados e ainda está conciso. E o título é uma sacada, é legal. É um título chamativo, que aumenta bastante o foco do que está sendo discutido, faz alusão a uma grande tragédia que todos no Brasil acompanharam de perto.

  3. Valesca Montenegro disse:

    Em São Paulo 17 mil pessoas moram sob lixões

    Na região metropolitana de São Paulo conhecida como a “selva de pedras”, pelo menos 17 mil pessoas, moram em casas construídas sobre lixões desativados. Na divisa de São Bernardo do Campo com Diadema no morro conhecido como Sítio Joaninha, vivem cerca de cinco mil delas e outras 5.600 vivem na comunidade do Espírito Santo, em Santo André

    Há 14 anos, 1.400 famílias moram em situações precárias em casas na Favela do Espírito Santo, construídas sobre um antigo lixão. Com monitoramento do Instituto de Pesquisa Tecnológicas (IPT), a permanência das famílias em alguns locais ainda é aceitável, em outros, cerca de 620 famílias, estão em solo impróprio e precisam ser removidas do local. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) em 2003 enviou uma verba para a reurbanização na parte sã do núcleo. As obras ainda não foram concluídas.

    Os moradores do condomínio Barão de Mauá, no ABC não correm risco de ver seus imóveis desmoronarem, mas enfrentam o perigo de viver sobre um antigo lixão industrial que emana gases explosivos. Há dez anos, o local passou por uma forte explosão provocada por gás, um homem morreu e outro ficou gravemente ferido, deixando um alerta sobre o local.

    Segundo informações das prefeituras de São Bernardo do Campo e Diadema a área do antigo lixão é monitorada rotineiramente. Existe um projeto que visa a transformação do local em um parque e a criação de uma usina para geração de energia, ambos estão prontos, à espera de verba e do estudo junto à Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb). Em 2009 foi finalizado o mapeamento das áreas de risco, cerca de 226 famílias foram cadastradas pela Secretaria de Habitação em São Bernardo.

    Para projetos de recuperação do terreno no sitio Joaninha, o Governo Federal deverá enviar R$ 42 milhões. Em Santo André o núcleo Espirito Santo, aguarda verba do Programa de Aceleração do Crescimento – PAC e terão 890 famílias removidas nos próximos meses, outras 602 permanecerão no local.

    • brunogarcez disse:

      Oi Valesca, você demonstrou grande poder de síntese. E mandou bem no exercício.

      Só alguns comentários sobre uns alguns errinhos. Logo na primeira frase do texto, há algo que acaba chamando atenção:

      Na região metropolitana de São Paulo conhecida como a “selva de pedras”, pelo menos 17 mil pessoas, moram em casas construídas sobre lixões desativados.

      Você não pode separar as “pelo menos 17 mil pessoas” do restante da frase, “moram em casas construídas sobre lixões desativados”, por meio de vírgulas, porque aí você vai estar separando sujeito (as 17 mil pessoas) do predicado (moram em casas construídas sobre lixões desativados).

      Você repete o mesmo erro no parágrafo seguinte, quando fala das “cerca de 620 famílias” e as separa do resto da frase, por meio de vírgulas. Do jeito que ficou, nos dois casos, pareceu que tanto as “pelo menos 17 mil pessoas” como as “cerca de 620 famílias” são um aposto da frase. O aposto caberia se você dissesse, por exemplo, “Pelo menos 17 mil pessoas, das quais mais de 70% é menor de idade, moram em casas construídas sobre lixões desativados”. Aí, sim, faz sentido colocar entre vírgulas, porque você não está separando o sujeito do restante da frase. A vírgula funciona como um parêntese.

      O aposto também caberia no parágrafo seguinte, “os moradores do condomínio Barão de Mauá, no ABC, não correm o risco de ver seus imóveis desmoronarem…”. O “no ABC” deveria estar entre vírgulas porque é um aposto ou então não estar entre vírgula alguma. O que não pode é só usar a primeira vírgula, logo depois de “os moradores do condomínio Barão de Mauá”.

      São só alguns toques, mas, de um modo geral, toda a estrutura do texto está excelente. Com 2.026 caracteres incluindo os espaços, está bem conciso, bem dentro do tamanho que eu havia pedido. Muito bem.

  4. Cláudia Pereira disse:

    Milhares de pessoas moram sobre de lixões em São Paulo

    Milhares de pessoas vivem sobre lixão na região metropolitana de São Paulo. Varias famílias estão expostas a acidentes graves e correm risco constantes morando em área de lixões indústrias desativados. Segundo informações do Jornal Estado de São Paulo Pelo menos 17 mil pessoas moram em casas construídas sobre lixões na região metropolitana de São Paulo. Cinco mil delas vivem no Sítio Joaninha, um bairro na divisa de São Bernardo do Campo com Diadema. Outras 5.600 ocupam a comunidade do Espírito Santo, em Santo André.
    A realidade desses bairros é bastante parecida com o morro do Bumba no Rio de Janeiro que ficou conhecido no mês de Abril quando o morro veio abaixo depois de uma forte chuva matando dezenas de pessoas. No Bairro do Espírito Santo região do ABC 1.400 famílias moram sobre o lixão há 14 anos. Em Mauá cerca de 6.800 pessoas correm risco de perder seus imóveis devido a deslizamento de terra em fortes chuvas. Além desses perigos evidentes os moradores correm o risco com gases explosivos que emana do solo.
    Os órgãos municipais responsáveis pela área dizem que vistorias são feitas com freqüências e que as áreas do lixão de Alvarenga, por exemplo, tem um projeto de transformar aquela área em um parque e criar usina de geração de energia. Já o sitio Joaninha aguarda liberação de R$ 42 milhões do governo federal para projetos de recuperação do terreno. A verba para ajudar as famílias e remediar área virá do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e de contrapartida da prefeitura.
    A situação dessas áreas e até mesmo de outras regiões do país é fruto do progresso tecnológico aliado ao velho problema do Brasil com seus milhares de aterros sanitários mal resolvidos. No início deste mês foi aprovado um projeto de lei que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos, vale observar que esta lei tramita no congresso desde outubro de 1989. Mas para que a lei entre em vigor, o Presidente da República terá 15 dias úteis, a partir da data do recebimento, para sancioná-la.

    • brunogarcez disse:

      Bacana, Cláudia, a sua versão ficou bem concisa e dentro do tamanho que eu havia pedido, com pouco mais de 2 mil caracteres.

      Só há alguns errinhos, mas que me parecem mais fruto de distração e pressa. Por exemplo, logo no título você colocou um “de” que parece fora de lugar: “Milhares de pessoas moram sobre de lixões em São Paulo”.

      E na primeira frase você diz: “Milhares de pessoas vivem sobre lixão na região metropolitana de São Paulo”. O correto seria “…vivem sobre lixões na região metropolitana…”, como você faz na sequência, ao lembrar das “17 mil pesoas” que “moram em casas construídas sobre lixões…”

      No parágrafo seguinte, “A realidade desses bairros é bastante parecida com o morro do Bumba no Rio de Janeiro que ficou conhecido no mês de Abril quando o morro veio abaixo depois de uma forte chuva matando dezenas de pessoas”, a frase está estruturada direitinho, mas o correto seria dizer que a “realidade desses bairros é bastante parecida com a do morro do Bumba”. No falar cotidiano, a gente até usa essa construção, mas na linguagem escrita o correto seria assim, já que você está comparando a realidade de determinados bairros com a do morro do Bumba.

      Outra coisa, quando você fala “No bairro do Espírito Santo”, vale colocar a informação seguinte, “região do ABC” ou entre parênteses ou entre vírgulas: “No bairro do Espírito Santo (região do ABC), 1400 famílias…”

      Mas estruturalmente está tudo ok, todas as informações importantes estão ali e você demonstrou bom poder de síntese.

  5. Dalton Assis disse:

    17 Mil Pessoas moram sobre lixões em São Paulo
    A região metropolitana de São Paulo possui cerca de 17 mil pessoas morando em casas construídas sobre lixões desativados . Cinco mil delas estão no sítio Joaninha, uma divisa de São Bernardo do Campo com Diadema. Já outras 6500 ocupam a favela do Espírito Santo localizada em Santo André. Devido a condições de extrema precariedade os dois locais lembram o morro do Bumba em Niterói no Rio de Janeiro, área conhecida após o último deslizamento de terra sobre casas e que matou dezenas de pessoas.
    Há 14 anos, na favela do Espírito Santos região do ABC 1400 família moram sobre um lixão desativado de 151,9 m2, segundo monitoramento do Instituto de Pesquisa Tecnológica (IPT) a permanência das famílias em algumas áreas são aceitáveis, porém para outras 620 famílias estão em solo impróprio e necessitam serem removidas.A cerca de 7 anos a prefeitura de Santo André recebeu verba do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social ( BNDES) para reurbanização do núcleo, mas as obras encontram paralisadas até hoje.
    Em Mauá no ABC Paulista 6800 pessoas do condomínio Barão de Mauá moram sobre um lixão industrial que emitem gazes explosivas. A população do local vive em alerta constante depois de uma forte explosão há dez anos e que matou um homem e deixou outro gravemente ferido.
    As prefeituras de São Bernardo do Campo e Diadema possuem um projeto para instalação de um parque e uma usina de geração de energia, mas aguardam verba e aprovação da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB) para remoção dos moradores do sitio joaninha(antigo lixão Alvarenga). Segundo Tássia de Menezes Regino, Secretaria de habitação de São Bernardo diz que em 2009 foi feito um mapeamento das áreas de riscos e 226 famílias foram cadastradas. Oito já foram retiradas e ate junho de 2011 a prefeitura espera abrigar todas estas pessoas.
    O sítio Joaninha aguarda repasse do Governo Federal que deverá enviar R$ 42 milhões para projeto de recuperação do terreno. Já a prefeitura de Santo André diz que o projeto de urbanização da favela Espírito Santo está em andamento, porém aguarda dinheiro do programa de aceleração do crescimento (PAC) para remoção e habitação de 890 famílias nos próximos messes enquanto outras 602 permanecerão no local.

  6. Dalton Assis disse:

    (DESCONSIDERE O ANTERIOR)

    17 Mil Pessoas moram sobre lixões em São Paulo

    A região metropolitana de São Paulo possui cerca de 17 mil pessoas morando em casas construídas sobre lixões desativados . Cinco mil delas estão no sítio Joaninha, uma divisa de São Bernardo do Campo com Diadema. Já outras 6500 ocupam a favela do Espírito Santo localizada em Santo André. Devido a condições de extrema precariedade os dois locais lembram o morro do Bumba em Niterói no Rio de Janeiro, área conhecida após o último deslizamento de terra sobre casas e que matou dezenas de pessoas.

    Há 14 anos, na favela do Espírito Santos região do ABC 1400 família moram sobre um lixão desativado de 151,9 m2, segundo monitoramento do Instituto de Pesquisa Tecnológica (IPT) a permanência das famílias em algumas áreas são aceitáveis, porém para outras 620 famílias estão em solo impróprio e necessitam serem removidas.A cerca de 7 anos a prefeitura de Santo André recebeu verba do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social ( BNDES) para reurbanização do núcleo, mas as obras encontram paralisadas até hoje.

    Em Mauá no ABC Paulista 6800 pessoas do condomínio Barão de Mauá moram sobre um lixão industrial que emitem gazes explosivas. A população do local vive em alerta constante depois de uma forte explosão há dez anos e que matou um homem e deixou outro gravemente ferido.

    As prefeituras de São Bernardo do Campo e Diadema possuem um projeto para instalação de um parque e uma usina de geração de energia, mas aguardam verba e aprovação da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB) para remoção dos moradores do sitio joaninha(antigo lixão Alvarenga). Segundo Tássia de Menezes Regino, Secretaria de habitação de São Bernardo diz que em 2009 foi feito um mapeamento das áreas de riscos e 226 famílias foram cadastradas. Oito já foram retiradas e ate junho de 2011 a prefeitura espera abrigar todas estas pessoas.

    O sítio Joaninha aguarda repasse do Governo Federal que deverá enviar R$ 42 milhões para projeto de recuperação do terreno. Já a prefeitura de Santo André diz que o projeto de urbanização da favela Espírito Santo está em andamento, porém aguarda dinheiro do programa de aceleração do crescimento (PAC) para remoção e habitação de 890 famílias nos próximos messes enquanto outras 602 permanecerão no local.

  7. Telma Amorim disse:

    Casas sobre lixões correm grandes riscos e assustam moradores

    Sítio Joaninha (divisa de São Bernardo do Campo com Diadema) e Espírito Santo (Santo André) são duas comunidades localizadas no ABC, região metropolitana de São Paulo, Aproximadamente 17 mil moradores desses locais residem em imóveis construídos sobre lixões desativados.
    O Instituto de Pesquisa Tecnológicas (IPT) dividiu em dois seguimentos o núcleo com área de 151,9 mil metros quadrados pertencente á comunidade Espírito Santo. Em um seguimento a habitação está permitida, porém no outro a remoção da população se faz necessária por falta de segurança nas condições do solo. Em 2003, a prefeitura da cidade recebeu dinheiro do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para a reurbanização da área habitável. As obras ainda não foram concluídas.
    Em Mauá, também no ABC paulista, outras 6.800 pessoas não correm risco de ver seus imóveis desmoronar devido a deslizamentos de terra, mas enfrentam o perigo de viver sobre um antigo lixão industrial que emana gases explosivos.
    As prefeituras de São Bernardo do Campo e de Diadema informam que o projeto para transformar o local em um parque e criar usina para geração de energia está pronto, à espera de verba e também da aprovação do estudo junto à Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb). Alguns moradores deverão ser removidos de áreas de risco.
    O Joaninha aguarda liberação de R$ 42 milhões do governo federal para projetos de recuperação do terreno. A prefeitura de Santo André informou que a urbanização do núcleo Espírito Santo está em andamento. Deverão ser removidas 890 famílias a partir do segundo semestre. Outras 602 permanecerão no local. A verba para novas habitações e remediação da área virá do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e de contrapartida da prefeitura.
    As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
    Telma Amorim

  8. Luciana Sales disse:

    Exercício 1:

    Pauta: Lixões na cidade de São Paulo
    Objetivo: Mostrar como os lixões da cidade de São Paulo vêm sendo monitorados e como algumas favelas são construídas em cima de muito lixo. Levantar questões sobre o trabalho das instituições responsáveis por remover esses lixões da cidade.

    Proposta:
    O lixo é coletado ou pelas prefeituras ou por uma companhia particular e levado a um depósito, juntamente com o lixo de outras residências da área. Lá pode haver uma certa seleção – sobras de metal, por exemplo, são separadas e reaproveitadas. O resto do lixo é enterrado em aterros apropriados. A grande São Paulo descarta 59% de seu lixo por esse processo e para os lixões seguem 23%. Além dos aterros sanitários existem outros processos na destinação do lixo, como, por exemplo, as usinas de compostagem, os incineradores e a reciclagem.

    Fontes:

    – Secretaria Municipal de Serviços
    Assessoria de Imprensa e Comunicação
    Tels: 2075-9024 e 2075-9025

    – Departamento de Limpeza Urbana (Limpurb)
    Diretor: Sérgio Luis Mendonça Alves
    Rua Azurita, nº100, Canindé
    PABX: 3397-1777

    – Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT)

  9. Luciana Sales disse:

    Exercício 2:

    Vidas sobre o lixo

    Milhares de pessoas moram hoje em casas construídas sobre lixões desativados na região metropolitana de São Paulo. Das 17.000, aproximadamente cinco mil delas vivem no Sítio Joaninha, um morro na divisa de São Bernardo do Campo com Diadema. Outras 5.600 ocupam a comunidade do Espírito Santo, em Santo André.
    Na Favela do Espírito Santo, são 1.400 famílias morando há 14 anos em casas sobre um antigo lixão. O núcleo foi dividido em dois segmentos pelo Instituto de Pesquisa Tecnológicas (IPT): no primeiro, a permanência das famílias ainda é aceitável; no outro, com cerca de 620 famílias, as condições do solo não são seguras e há necessidade de remoção da população. Em Mauá, outras 6.800 pessoas não correm risco de ver seus imóveis desmoronar devido a deslizamentos de terra, mas enfrentam o perigo de viver Os órgãos municipais responsáveis pela região informaram que a área do antigo lixão do Alvarenga é monitorada cotidianamente e que há um projeto para transformar o local em um parque e criar uma usina para geração de energia, porém depende-se de verba e da aprovação do estudo junto à Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB). Segundo as administrações de São Bernardo do Campo e Diadema não há como comparar o Sítio Joaninha com o Morro do Bumba. “Há dez anos não era feito mapeamento de áreas de risco no município. Fizemos esse levantamento no ano passado. Identificamos as áreas problemáticas e já iniciamos a remoção de famílias. São 226 famílias cadastradas”, afirmou Tássia de Menezes Regino, secretária de Habitação de São Bernardo.
    Já o secretário de Habitação de Diadema, Márcio Vale, afirmou que a área do Alvarenga é monitorada há nove anos. “Desde que iniciamos esse acompanhamento não houve nenhuma ocorrência grave. Há apenas 17 famílias na borda do terreno do aterro.”
    O Joaninha aguarda liberação de R$ 42 milhões do governo federal para projetos de recuperação do terreno. A verba para novas habitações e remediação da área virá do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e de contrapartida da prefeitura.
    As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

  10. Suevelin Cinti disse:

    Uma sugestão de pauta interessante para abordar o problema das moradias sobre os lixões, seria :

    -entender como se formaram esses lixões, se são ilegais ou não. No caso do lixão desativado a 14 anos, localizar o órgão público responsável para entender o que aconteceu;

    -mostrar de onde vieram essas famílias;

    -entender como esse local interfere no dia a dia dessas pessoas, desde o ato de fechar as janelas pelo mal cheiro até as questões de saúde;

    -apresentar a perspectiva do morador através do olhar da criança de uma dessas famílias para humanizar ainda mais a reportagem, mostrando como é estar diante da pobreza e conservar seus sonhos.

  11. Pamela Alexandre disse:

    Sugestão de Pauta – Falta de Moradia

    Em setembro de 2009, mais de 2 mil pessoas foram despejadas pela Polícia Militar de um terreno na região do Capão Redondo, zona sul da capital paulista. A área de 33 mil m2 pertence à Viação Campo Limpo e foi ocupada pela ONG “Frente de Luta por Moradia” em 2007. A empresa ganhou na Justiça o direito de reintegrar o espaço, mesmo devendo à Prefeitura R$ 317 mil em IPTU e tendo uma dívida de R$ 30 milhões com a Previdência.

    À época, a Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo prometeu estudar um atendimento habitacional definitivo para os moradores. O objetivo desta pauta é mostrar qual a situação dessas famílias hoje.

    Fontes:

    Antônio Lajarin, Assessor da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo (CDHU)

    Felícia Mendes Dias, moradora e representante da ONG “Frente de Luta por Moradia”

    Assessoria de Imprensa da Subprefeitura do Campo Limpo

    Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU)

    Viação Campo Limpo

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