Postando textos e vídeos de reportagens

Pessoal,

Agora que todos já estão com suas pautas encaminhadas, peço que cada um poste no espaço abaixo a versão inicial de suas reportagens.

Quem tiver feito, além de texto, vídeo, pode colocar o link ali embaixo também, no espaço de comentários.

E, ainda, o passo a passo de como a reportagem foi feita, as fontes consultadas e detalhes básicos do processo de apuração. Mas, por favor, não façam nada gigantesco.

Uma vez feito isso, eu faço meus comentários sobre a reportagem, sugiro mudanças, coisas a serem acrescidas, modificadas ou retiradas. Nós consolidamos uma versão final do texto ou vídeo e, depois, eu crio um post com a versão final e com a assinatura de cada alunos. Espero que tenha dado para entender.

Quem tiver fotos para ilustrar a reportagem, ajudaria bastante também. É só encaminhá-las a mim que eu acrescento na versão final.

Qualquer dúvida, aproveitem também o espaço abaixo para postá-las.

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23 respostas para Postando textos e vídeos de reportagens

  1. VANDER RAMOS disse:

    Título: Conheça o Programa Córrego Limpo…

    Comentário da Foto: Só em 2013 o Córrego Itaim ficará livre do esgoto…

    A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo – Sabesp, em parceria com a Prefeitura de São Paulo, lançaram em 2008 o Programa Córrego Limpo com objetivo de eliminar o lançamento do esgoto nos principais córregos que cortam a cidade de São Paulo e mantê-los limpos dos materiais que são descartados pela população. A extinção de odores, recuperação da flora e fauna aquática, diminuição de doenças e valorização dos imóveis próximos aos córregos, são alguns dos benefícios do Programa.

    Os principais córregos que cortam a região do Itaim Paulista, extremo leste de São Paulo, ainda não foram beneficiados pelo programa, devido a ocupação irregular de moradias nas margens e dificuldades técnicas de implantação. O mais avançado é o córrego Itaim, que corre paralelamente com a rua Itajuíbe até a região da fazenda Santana do Agreste, divisa com Ferraz de Vasconcelos. Em 2008, a Sabesp instalou coletores de esgoto em toda extensão do córrego, mas encontrou dificuldades na passagem da tubulação pela linha férrea e teve que interromper, temporariamente, o programa na região.

    Segundo o engº Marco Antônio Lopes Barros, da Sabesp, o término do programa no córrego Itaim foi adiado para o ano de 2013. Ele garantiu que 90% dos coletores tronco de esgoto foram instalados ao longo da bacia e aguardam a conclusão da implantação do Interceptor (ITI-15) sob a linha férrea na Vila Alabama.

    Em 2009, outros córregos foram adicionados na 3ª etapa do programa Córrego Limpo. São eles: Três Pontes, Tijuco Preto e Lajeado. O mais díficil para instalação do programa será no córrego Tijuco Preto, pois 95% das margens estão ocupadas por moradias e não permitem o acesso das máquinas ao local. No córrego Três Pontes, na divida com o município de Itaquaquecetuba, a Sabesp iniciou o processo de preparação do programa, em janeiro deste ano, com a instalação de um interceptor e coletores tronco ao lado do córrego. O córrego Lajeado, ainda encontra-se sem previsão para o início das obras, mas neste 80% das margens estão livres para o trabalho das máquinas.

    Video: http://www.youtube.com/vander521#p/a/u/0/B4_JqfZWKKI

    por Vander Ramos

    ROTEIRO DA MATERIA
    Programa de video usado: ADOBE PREMIERE CS5 (VERSÃO TRIAL) – Nunca tinha usado este programa, foi o curso que me desafiou e eu topei em manipular. Normalmente uso o Pinnacle Studio Plus, Agora está dificil de voltar ao Pinnacle..

    Bom, vamos ao roteiro:

    Usei imagens aéreas da subprefeitura (rede de amigos), às vezes é bom manter um ótimo relacionamento com o poder publico da região..

    Liguei para a assessoria de imprensa da SABESP – Unidade de Negocios Leste na Penha e pedi se um engenheiro pudesse falar sobre o que é o programa corrego limpo. A assessora de Imprensa me indicou o Engenheiro Marco Antonio Lopes Barros.

    Fiz quatro perguntas ao engenheiro, coisa rápida.

    O que é o programa correo limpo?
    Quais as dificuldades de Implantação?
    Porque as obras no corrego Itaim Pararam?
    e finalmente Quais os beneficios do programa aos moradores?

    As perguntas formulei por escrito um dia antes..

    Após a entrevista com o engenheiro (Camera Canon ZR500 + Microfone), juntei o video dos corregos com a fala do engenheiro. Pesquisei no You Tube imagens sobre o programa corrego limpo que pudessem ilustrar a materia. Usei o software VDownLoader para extrair o video do You Tube e depois converti para MPEG1 usando o software Format Factory.

    Coloquei tudo no CS5 e construi a primeira ideia do video.

    Depois foi trabalhando nas melhorias do video.

    Tempo e Prazo
    Comecei o video as 17hrs de quarta-feira (14/07) com a busca das imagens aereas na subprefeitura. As imagens foram feitas pela manhã.

    As 14hrs de quinta (15/07) conversei com o engenheiro na Penha e as 17hrs do mesmo dia separei as imagens no CS5.

    Na sexta (16/07 – 14hrs), a tarde, montei tudo no CS5 e terminei as 16hrs o formato simples

    Após finalizei o video com várias correções e visualizações.

    O resultado vcs já viram… e com o mesmo material preparei um especial para a TV Itaim, onde inserio uma animação do programa e incluo a pergunta sobre o corrego Itaim. Vejam a segunda versão que terminei ontem…

    Vander Ramos

    • brunogarcez disse:

      Olá Vander,

      Eu sugeri algumas mudanças no texto. Confira a seguir. Se estiver tudo ok, eu posso já publicar.

      Título: Córrego Limpo (mas nem tanto) no Itaim Paulista
      (achei melhor um título que fizesse menção direta ao seu bairro e ao tema que você irá abordar. O outro título é geral demais, não diz a que veio)

      http://www.itaimpaulista.com.br/portal/uploads/itaimcl_1707201001.jpg

      Comentário da Foto: Só em 2013 o Córrego Itaim ficará livre do esgoto (é a legenda da foto, as reticências não são necessárias)

      A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) – é melhor colocar o título abreviado da organização em parênteses, que é o padrão seguido pela maior parte das próprias instituições e dos órgãos de imprensa, em parceria com a Prefeitura de São Paulo, lançou em 2008 o Programa Córrego Limpo com objetivo de eliminar o lançamento do esgoto nos principais córregos que cortam a cidade de São Paulo e mantê-los limpos dos materiais que são descartados pela população.

      Se você quiser dizer que a prefeitura e a Sabesp lançaram um projeto em parceria, a única maneira que você terá de utilizar o “lançaram” será se você utilizar um “e” entre a Sabesp e a Prefeitura.

      Por exemplo: “A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) e a prefeitura de São Paulo lançaram, em parceria, em 2008, o Programa Córrego Limpo…”.

      Como você colocou o “em parceria com a prefeitura de São Paulo” entre vírgulas, isso vira um aposto, logo, o verbo concorda com o sujeito, a Sabesp. Se o sujeito da frase for tanto a Sabesp como a Prefeitura, você pode utilizar o verbo “lançaram” desde que em uma estrutra semelhante à que eu montei aí em cima.

      A extinção de odores, recuperação da flora e fauna aquática, diminuição de doenças e valorização dos imóveis próximos aos córregos, são alguns dos benefícios do Programa.

      Essa vírgula depois de “córregos” não existe, porque ao utilizá-la, você está separando sujeito do verbo.

      Os principais córregos que cortam a região do Itaim Paulista, extremo leste de São Paulo, ainda não foram beneficiados pelo programa, devido à ocupação irregular de moradias nas margens e dificuldades técnicas de implantação.

      Na parte destacada, é preciso utilizar crase, que é a contração de um artigo + um preposição. A crase é o sinal utilizado quando você tem a soma de um com a outra. “…ainda não foram beneficiados pelo programa devido (a +a = à) ocupação irregular…”

      O mais avançado é o córrego Itaim, que corre paralelamente com à rua Itajuíbe até a região da fazenda Santana do Agreste, divisa com Ferraz de Vasconcelos. O uso da crase aqui é necessário porque você corre paralelamente a alguém e não paraelalmente com alguém.

      Em 2008, a Sabesp instalou coletores de esgoto em toda extensão do córrego, mas encontrou dificuldades na passagem da tubulação pela linha férrea e teve que interromper, temporariamente, o programa na região.

      Segundo o engº (engenheiro, é melhor escrever por extenso mesmo. Esse tipo de abreviação não é utilizada em um texto jornalístico) Marco Antônio Lopes Barros, da Sabesp, o término do programa no córrego Itaim foi adiado para o ano de 2013. “Para 2013” basta. Ainda que não constitua um erro, a utilização de “o ano de 2013” é desncessária, redundante, não é uma informação essencial.

      Ele garantiu que 90% dos coletores-tronco (aqui é preciso usar um hífen) de esgoto foram instalados ao longo da bacia e aguardam a conclusão da implantação do Interceptor (ITI-15) sob a linha férrea na Vila Alabama.

      Em 2009, outros córregos foram adicionados na terceira etapa do programa Córrego Limpo. Também não é necessariamente um erro, mas o uso de “3ª” seria mais apropriado se você estivesse falando sobre a 3ª Convenção de Tecnologia, mas como se trata da terceira etapa, não é apropriado.

      São eles: Três Pontes, Tijuco Preto e Lajeado. O mais díficil para instalação do programa será no córrego Tijuco Preto, pois 95% das margens estão ocupadas por moradias e que não permitem o acesso das máquinas ao local.

      No córrego Três Pontes, na divida com o município de Itaquaquecetuba, a Sabesp iniciou o processo de preparação do programa, em janeiro deste ano, com a instalação de um interceptor e coletores- tronco ao lado do córrego. O córrego Lajeado, ainda encontra-se sem previsão para o início das obras, O córrego Lajeado ainda se encontra…Essa vírgula não existe, porque ela estaria separando o sujeito, o córrego Lajeado, do restante da frase. mas neste 80% das margens estão livres para o trabalho das máquinas.

      Video: http://www.youtube.com/vander521#p/a/u/0/B4_JqfZWKKI

      por Vander Ramos

      ROTEIRO DA MATERIA
      Programa de video usado: ADOBE PREMIERE CS5 (VERSÃO TRIAL) – Nunca tinha usado este programa, foi o curso que me desafiou e eu topei em manipular. Normalmente uso o Pinnacle Studio Plus, Agora está dificil de voltar ao Pinnacle..

      Bom, vamos ao roteiro:

      Usei imagens aéreas da subprefeitura (rede de amigos), às vezes é bom manter um ótimo relacionamento com o poder publico da região..

      Liguei para a assessoria de imprensa da SABESP – Unidade de Negocios Leste na Penha e pedi se um engenheiro pudesse falar sobre o que é o programa corrego limpo. A assessora de Imprensa me indicou o Engenheiro Marco Antonio Lopes Barros.

      Fiz quatro perguntas ao engenheiro, coisa rápida.

      O que é o programa correo limpo?
      Quais as dificuldades de Implantação?
      Porque as obras no corrego Itaim Pararam?
      e finalmente Quais os beneficios do programa aos moradores?

      As perguntas formulei por escrito um dia antes..

      Após a entrevista com o engenheiro (Camera Canon ZR500 + Microfone), juntei o video dos corregos com a fala do engenheiro. Pesquisei no You Tube imagens sobre o programa corrego limpo que pudessem ilustrar a materia. Usei o software VDownLoader para extrair o video do You Tube e depois converti para MPEG1 usando o software Format Factory.

      Coloquei tudo no CS5 e construi a primeira ideia do video.

      Depois foi trabalhando nas melhorias do video.

      Tempo e Prazo
      Comecei o video as 17hrs de quarta-feira (14/07) com a busca das imagens aereas na subprefeitura. As imagens foram feitas pela manhã.

      As 14hrs de quinta (15/07) conversei com o engenheiro na Penha e as 17hrs do mesmo dia separei as imagens no CS5.

      Na sexta (16/07 – 14hrs), a tarde, montei tudo no CS5 e terminei as 16hrs o formato simples

      Após finalizei o video com várias correções e visualizações.

      O resultado vcs já viram… e com o mesmo material preparei um especial para a TV Itaim, onde inserio uma animação do programa e incluo a pergunta sobre o corrego Itaim. Vejam a segunda versão que terminei ontem…

  2. Dalton Assis disse:

    Titulo: Cinco anos do programa Remédio em Casa

    Imagens: logo do programa remédio em casa, Formulario do controle de pacientes do Programa, Folder dos 5 anos do programa, Foto da entrada da UBS JD Lidia,

    Texto
    Criado em 2002 pelo Ministério da Saúde e implantado na cidade de São Paulo em julho de 2005 pela Secretaria Municipal da Saúde o programa já beneficiou 000 mil portadores de doenças crônicas como diabetes, hipertensão. O principal objetivo é incentivar os pacientes a manterem suas doenças controladas e em constante acompanhamento medico.

    Nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) o programa é divido pelas cores branca, azul, amarela, verde, laranja e vermelha onde todas as equipes atendem um certo número ruas e famílias do qual um enfermeiro e um auxiliar vão as casas destas famílias, fazem um levantamento dos hipertensos e diabéticos e encaminham para UBS mais próximos de suas residências.

    Nas unidades de saúde o médico responsável pelo atendimento faz a triagem destes pacientes conforme suas enfermidades e cadastram no sistema. Com isso eles já recebem a primeira dosagem na própria farmácia da UBS. Esta é uma forma para que os pacientes não fiquem sem medicação no processo de inclusão que leva de 10 a 15 dias.
    A partir daí eles recebem em suas casas através dos correios a quantidade de medicamento suficiente para 90 dias. Dessa forma os pacientes retornam a cada três messes as unidades de saúde para nova consultas e acompanhamentos de sua doença. Melhorando assim o fluxo de atendimento e diminuindo a longa espera na fila.
    Como é o caso de Lavínia Silvia residente no bairro do jardim Lidia, zona sul de São Paulo ela é hipertensa e utiliza o programa remédio em casa a 5 messes. “É um ótimo o programa, recebo todos meus medicamentos no dia certo e nunca fico sem, além disso eu economizo uma grana eu recebo eles na minha casa ” relata contente Dona Lavínia.

    Sub Titulo 1- Remédio em Casa em Números

    A Cidade de São Paulo conta atualmente com 446 Unidades Básicas de Saúde (UBS) divididos em 5 regiões.
    *Na Zona Sul há 27 delas sobre a Coordenadoria do Campo Limpo – onde está localizado UBS do Jardim Lídia.

    Imagen dos Numeros de UBS em São Paulo

    Sub Titulo 2- Total de famílias beneficiadas – UBS JARDIM LIDIA

    Imagen tabelas das equipes divididas por cores

    *O total destes dados é apenas uma base, o resultado final e o valor total menos 30% . A porcentagem se refere aos cadastros inativo,mudança de endereços, desistências.

    Imagens do boletim de metas do programa 2010/2013 fornecido pela Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo.

    Texto Informativo

    Segundo os dados a zona sul tende a crescer consideravelmente no cadastros dos pacientes de Hipertensão (HA) e Diabetes(DM) de 26.253 para 39.380 até 2013. Nos casos de dislipidemia (alteração e excesso de gordura no sangue) o aumento chega a 200%. Sobre os ativos no programa a meta e manter o nível de 70% do total de cadastrados. Na região Sul o objetivo é chegar a 27.566 nos casos de hipertensos e diabéticos e subir de 2.800 para 8.400 até o final de 2013.
    A equipe da Saúde da Família ( ESF) tende ampliar seus números de agentes nas unidades de saúdes partindo dos 71 ativos no programa para 108 em 2013.
    Para esta pesquisa foram utilizados dados fornecidos pela Secretária Municipal da Saúde de São Paulo que utilizou as informações segundo o numero de pessoas cadastrada pelo Sistema Único de Saúde(SUS), faixa etária da população entre 20 e 75 anos que utiliza o Remédio em Casa.

    • brunogarcez disse:

      Criado em 2002 pelo Ministério da Saúde e implantado na cidade de São Paulo em
      Criado em 2002 pelo Ministério da Saúde e implantado na cidade de São Paulo em julho de 2005 pela Secretaria Municipal da Saúde, (aqui é preciso uma vírgula) o programa já beneficiou 000 mil portadores (quantos mil portadores foram beneficiados?)
      de doenças crônicas, como diabetes, hipertensão. O principal objetivo é incentivar os pacientes a manterem suas doenças controladas e em constante acompanhamento medico (médico, faltou o acengo agudo, que é essencial).

      Nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), (aqui é necessário uma vírgula, porque se trata de uso do vocativo) o programa é divido pelas cores branca, azul, amarela, verde, laranja e vermelha (tudo bem, mas o que representa o uso dessas cores? cada cor responde pelo quê, exatamente?, sem dar essa explicação o trecho soa muito estranho, soa gratuito) onde todas as equipes atendem um certo número de ruas e famílias. do qual Um enfermeiro e um auxiliar vão às (aqui é necessário usar crase, porque se trata do uso de preposição mais um artigo) casas destas famílias, fazem um levantamento dos hipertensos e diabéticos e encaminham para aUBS mais próximosa de suas residências.

      Nas unidades de saúde, (de novo, aqui se usa o vocativo, logo é preciso utilizar a vírgula) o médico responsável pelo atendimento faz a triagem destes pacientes conforme suas enfermidades e cadastram os cadastra no sistema. Com isso, (aqui também vai uma vírgula, pelo mesmo motivo citado anteriormente) eles já recebem a primeira dosagem na própria farmácia da UBS. Esta é uma forma para que os pacientes não fiquem sem medicação no processo de inclusão, (outra vírgula necessária) que leva de 10 a 15 dias.
      A partir daí, (vírgula aqui também) eles recebem em suas casas através dos correios (pelo correio soa mais normal, menos empolado) a quantidade de medicamento suficiente para 90 dias. Dessa forma, (aqui também vai uma vírgula) os pacientes retornam a cada três messes meses as (às, a carse deve ao fato de que temos uma preposição + um artigo) unidades de saúde para nova consultas e acompanhamentos de sua doença. Melhorando assim, (aqui também vai uma vírgula) o fluxo de atendimento e diminuindo a longa espera na fila.
      Como é o caso de Lavínia Silvia, residente no bairro do jardim Lidia, (essa frase precisa ficar entre vírgulas, porque é um aposto e você esqueceu o acento agudo do Lídia e deixou o jardim em minúscula. Como se trata do nome do bairro, é Jardim Lídia, em maiúsculas) (zona sul de São Paulo) ela é hipertensa e utiliza o programa remédio em casa (Programa Remédio em Casa) a 5 messes. “É um ótimo o programa, recebo todos meus medicamentos no dia certo e nunca fico sem, além disso, (de novo vírgula) eu economizo uma grana. (aqui ou você coloca um ponto final ou uma vírgula). Eu recebo eles na minha casa ” relata, contente, (o contente, que é o aposto da frase, também tem que ficar entre vírgulas) Dona(esse “dona” pode ser em minúsculas, mesmo, porque não é o nome dela) Lavínia.

      Sub Titulo 1- Remédio em Casa em Números (Dalton, há dados interessantes aqui, mas acho que você entra num detalhismo numérico que acaba tornando a coisa um pouco cansativa. Acho que vale à pena listar dados, mas não pode parecer que é uma coisa aleatória, que é só lançar números a torto e direito)

      A Cidade de São Paulo conta atualmente com 446 Unidades Básicas de Saúde (UBS) divididas(feminino, porque se refere às unidades) em 5 regiões.
      *Na Zona Sul,(vírgula, pelos mesmos motivos citados anteriormente) há 27 delas sobre a Coordenadoria do Campo Limpo – onde está localizada a UBS do Jardim Lídia.

      Imagem (no final da frase, é sempre “m”) dos Numeros de UBS em São Paulo

      Sub Titulo(Subtítulo; é uma palavra só e não pode ficar sem o acento agudo) 2- Total de famílias beneficiadas – UBS JARDIM LIDIA

      Imagens do boletim de metas do programa 2010/2013 fornecido pela Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo.

      Texto Informativo

      Segundo os dados, (segundo quais dados?, da Secretaria? É preciso dizer claramente de onde partem essas informações) a zona sul tende(tenderá, porque é algo que deve acontecer) a crescer consideravelmente no cadastros dos pacientes de Hipertensão (HA) e Diabetes(DM) (escreva normalmente hipertensão e diabetes, em minúscula, e sem essa abreviação em parênteses, que parece ser um jargão médico, mas não tem muita razão de ser em um texto jornalístico) de 26.253 para 39.380 até 2013. Nos casos de dislipidemia (alteração e excesso de gordura no sangue) o aumento chega(não seria o aumento deve chegar a…?) a 200%. Sobre os ativos no programa a meta e manter o nível de 70% do total de cadastrados.(não entendi direito essa frase, me parece uma construção meio confusa. Tente refrasear de forma mais simples, sem dar voltas) Na região Sul o objetivo é chegar a 27.566 (cadastrados?) nos casos de hipertensos e diabéticos e subir de 2.800 para 8.400 até o final de 2013 (subir o quê, exatamente?).
      A equipe da Saúde da Família ( ESF) tende ampliar seus números de agentes nas unidades de saúdes partindo dos 71 ativos no programa para 108 em 2013. (Essa frase é outro exemplo que poderia ser dita de forma bem mais simples e clara. Por que não “A equipe de Saúde da Família pretende ampliar seus números de agentes nas unidades de saúdes dos 71 autais para 108 em 2013”. Esse “ativos no programa” soa linguagem de médico e não traz uma informação essencial).

      Para esta pesquisa foram utilizados dados fornecidos pela Secretária Municipal da Saúde de São Paulo, que utilizou as informações segundo o número de pessoas cadastradas pelo Sistema Único de Saúde (SUS), faixa etária da população entre 20 e 75 anos, que utiliza o Remédio em Casa.

      Dalton, em linhas gerais, eu aconselharia você a simplificar, a procurar falar com uma linguagem mais clara.

      O objetivo da reportagem não é mostrar o quanto você está por dentro do Programa Remédio em Casa, mas sim mostrar porque que isso é relevante para a população da região que você mostrou. Aproveite o fato de que você possui boa informação sobre o programa para comunicar uma ideia de forma clara, simples, sem dar muitas voltas, sem querer soar como se você estivesse escrevendo para uma publicação médica.

  3. Telma Amorim disse:

    Colocando a mão na massa
    1° Tirei fotos do bairro, de algumas casas demolidas, córregos e esgoto.
    2° Entrevistei moradores e o representante do bairro (filmagem)
    3° Com o material adquirido criei a reportagem a seguir

    Comunidade da zona sul espera por obras há mais de 12 anos

    Vila Rubi, um bairro da zona sul de São Paulo, sofre há anos com a falta de urbanização.

    A reurbanização da Vila Rubi teve início em 1997 e está em andamento até hoje. Nos primeiros meses do ano de 2010, tal projeto foi retomado com a demolição de moradias, que obrigou muitas famílias a desocuparem suas casas, em troca do recebimento de um aluguel social equivalente a R$ 400,00 durante seis meses, pago pela Prefeitura e a Secretaria de Habitação. O contrato de aluguel é mantido até que uma nova moradia seja construída para cada família e, se ao longo de 180 dias a casa própria não estiver pronta, revigora-se o contrato.

    As obras que, teoricamente, trariam uma condição melhor de infraestrutura e saneamento básico, não saíram como planejado. Diversas casas foram derrubadas deixando entulhos que agravam os alagamentos que já existiam na região. Atualmente, as construções estão paradas e não há indícios de continuidade.

    Em entrevista, o representante do bairro, Sr. João, disse: “As crianças e adolescentes, mãe de família e pai de família, disputam espaço com ratos e o esgoto”.

    As condições pioram à medida que o tempo passa, e os moradores da comunidade sofrem com o descaso dos governantes. As chuvas de fevereiro causaram grandes perdas às famílias: móveis, eletrodomésticos e alimentos. A infiltração e umidade trouxeram rachaduras que abalam, não só a estrutura das casas, mas também das pessoas que moram nelas.

    Ivanilda, moradora da comunidade há mais de 30 anos, declarou: “Nós estamos querendo que eles (governo) arrumem logo, né? Porque os ratos estão entrando na casa da gente, e não é rato pequeno não, é rato grande. A minha casa está com as paredes rachadas, e a gente quer arrumar, mas como que vai arrumar? Depois eles vêm e derrubam tudo, então não tem nem como, tem que ficar esperando eles, a boa vontade”.

    As casas precisam de reparos, porém os moradores têm receio de gastar o pouco dinheiro que possuem em reformas na moradia que, a qualquer momento, podem ser demolidas, ou mantidas no estado atual por anos, já que a Secretaria de Habitação não reponde sobre a evolução e término das obras, aos moradores que continuam aflitos.

    “Acho ridículo, um nojo, água escorrendo de esgoto na rua, não tem córrego, criança pisa nessa água suja, perigoso até pegar uma leptospirose”. Disse uma moradora indignada.

    • brunogarcez disse:

      Comunidade da zona sul espera por obras há mais de 12 anos
      Comunidade da zona sul espera por obras há mais de 12 anos
      (Gostei desse título, é chamativo e resume bem o espírito da reportagem)

      Vila Rubi, um bairro da zona sul de São Paulo, sofre há anos com a falta de urbanização.

      A reurbanização da Vila Rubi teve início em 1997 e está em andamento até hoje. Nos primeiros meses do ano (não é errado, mas esse “no ano de” é dispensável) de 2010, tal projeto foi retomado com a demolição de moradias, que obrigou muitas famílias a desocuparem suas casas, em troca do recebimento de um aluguel social equivalente a R$ 400,00 durante seis meses, pago pela Prefeitura e pela Secretaria de Habitação. O contrato de aluguel é mantido até que uma nova moradia seja construída para cada família e, se ao longo de 180 dias a casa própria não estiver pronta, revigora-se o contrato. (não seria ”renova-se” o contrato?)

      As obras que, teoricamente, trariam uma condição melhor de infraestrutura e saneamento básico, não saíram como planejado. Diversas casas foram derrubadas, (aqui só faltou uma virgulazinha) deixando entulhos que agravam os alagamentos que já existiam na região. Atualmente, as construções estão paradas e não há indícios de continuidade.

      Em entrevista, o representante do bairro, Sr. João (sr. João de quê? só sr. João não vale, precisamos colocar o nome completo) , disse: “As crianças e adolescentes, mãe de família e pai de família, disputam espaço com ratos e o esgoto”. (frase forte, um excelente depoimento, bem bom)

      As condições pioram à medida que o tempo passa, e os moradores da comunidade sofrem com o descaso dos governantes. As chuvas de fevereiro causaram grandes perdas às famílias: móveis, eletrodomésticos e alimentos. A infiltração e umidade trouxeram rachaduras que abalam, não só a estrutura das casas (essa primeira vírgula não rola, não), mas também das pessoas que moram nelas.

      Ivanilda, moradora da comunidade há mais de 30 anos, declarou: “Nós estamos querendo que eles (governo) arrumem logo, né? Porque os ratos estão entrando na casa da gente, e não é rato pequeno, não, é rato grande. A minha casa está com as paredes rachadas, e a gente quer arrumar, mas como que vai arrumar? Depois eles vêm e derrubam tudo, então, não tem nem como, tem que ficar esperando eles, a boa vontade”.

      As casas precisam de reparos, porém os moradores têm receio de gastar o pouco dinheiro que possuem em reformas na moradia que, a qualquer momento, podem ser demolidas, ou mantidas no estado atual por anos, já que a Secretaria de Habitação não reponde sobre a evolução e término das obras, (essa vírgula também não rola, não. a secretaria não responde aos moradores, se você separar com vírgula, está separando sujeito do predicado) aos moradores que continuam aflitos.

      “Acho ridículo, um nojo, água escorrendo de esgoto na rua, não tem córrego, criança pisa nessa água suja, perigoso até pegar uma leptospirose”. Disse uma moradora indignada. (a frase da moradora é muito boa, mas, a não ser que a moradora estivesse fazendo uma denúncia passível de retaliação, era legal que nós soubéssemos o nome dela, até para dar uma cara a esse depoimento tão contundente)

      Mas, Telma, de um modo geral, eu gostei muito desse texto. Eu gostaria somente que você acrescentasse o nome completo do sr. João, e, se você tiver, o dessa moradora. Caso não tenha pego, lembre-se de sempre fazê-lo em reportagens futuras.

      Outra coisinha, não consegui abrir as suas fotos. Se você tiver como mandá-las novamente, por favor, eu agradeceria. Se não, tentamos abrir no final de semana, na aula de sábado.

  4. Cadê Nossas Fábricas de Cultura ?

    Numa parceria com o BID, Prefeitura de São Paulo e o governo do Estado, uma Fábrica de Cultura será criada na Encosta Norte e outra na Vila Curuçá. Ambas estão em fase de construção, e a princípio contemplarão a dança, o teatro e a música. Este é o texto encontrado na Site da Subprefeitura do Itaim Paulista,porém em pesquisa realizada se fala de fabrica da construção desde espaço de Cultura desde o ano 2000 ,

    O Programa Fábricas de Cultura, parceria do BID, prefeitura e estado de São Paulo iniciou-se em 2005 e esta nos distritos desde 2006, Oferecendo oficinas: danças,leitura,desenho,teatro, canto coral… para crianças e adolescentes. Em 2007, foi dado inicio ao Projeto Espetáculo atender jovens de 14 a 19 anos, com o objetivo principal de fortalecer valores positivos essenciais na construção de identidades individuais e sociais.
    A partir de um tema único preestabelecidos, é implementado um processo de formação artístico-cultural através do trabalho simultanêo das linguagens : circo, dança, música e teatro, por meio de vivências e da produção de um espetáculo.porém a partir de 2010
    O processo de roteirização passará a ser estabelecido pela equipe local e levada até a secretária de cultura. para análise e aprovação para inicio .
    Espetáculos desenvolvidos: Projeto Pedrinho , Vila na Vila em homenagem aos 50 anos de morte de Villa Lobos. Cada distrito em média 125 jovens pré selecionados em setembro de 2007 por arte educadores que em seu critério de avaliação atentavasse mais para a vontade real de participar do projeto, esses jovens recebem uma bolsa auxilio mensal de R$ 50,00
    Além de lanche diário balanceado, nutricionalmente pré elabrorado contendo :
    Frios ,Sucos e Frutas ,
    O Projeto conta ainda com dois Arte-educadores com formação acadêmica dividos em:

    Corpo: Trabalha com as 4 linguagens , musica, dança circo e teatro, este arte educador passa semanalmente por um treino de formação para poder empregar este contéudo em sala de aula,dai a qualidade final do projeto, este é o diferencial pois num é uma oficina voltada para um determinado assunto e sim um projeto que engloba..
    Foi desenvolvido parceria c/ ONGs, Ceus Veredas e Curuça, que cedem o espaço do Teatro para a realização dos ensaio geral.enquanto o espaços fisico não esta terminado ainda.
    Cultura Social:
    Responsavél pela socialização intercâmbio,resgate local enquanto distrito, entrevista com os moradores que falam sobre o distrito, os alunos vão para o campo

    O trabalho não foi fácil, porém prazeroso imagina você passar um ano e meio de exibiçôes, este monte de adolescentes juntos dentro de um ônibus a verdadeira trupê comentou Lourdes Silva Coord: do Projeto Pedrinho no Itaim Paulista.mostrando que
    o projeto já é bem sucedido.

    Encenação Pedrinho

    Cartaz divulgação momento em cena
    Segundo Informações o próximo passo é ,mapear a região do Itaim Paulista,pois o primeiro prédio que é o da Curuça localizado na Rua Pedra Dourada, 05 – Vila Chabilandia ,curuça Estudantes da China s/n , esta em fase final processo de acabamento devendo ser entregue até o final deste semestre previsão outubro de 2010 ,a toque de caixa, ja a Unidade do Itaim Paulista Estudantes da China s/n continua em construção sem previsão.da data de entrega. Justamente no ano que passamos por um periodo eleitoral. O Fábricas de Cultura em 09 distritos da cidade de São Paulo, em áreas de vulnerabilidade, com cerca de 5000 m² em cada equipamento com salas de circo, teatro, multiuso,biblioteca salas de atividades especificas: dança,circo,teatro,musica, artes plásticas entre outros…
    Até ai tudo muito bonito ,mas o porquê de tanta demora para construção dos prédios tão sonhados e prometidos, , já se passaram 10 anos desde a vontade politica até quando será necessário todo este tempo para que nos vejam de uma maneira , não caridosa mais sim de igualdade. Reflitam .

    Por : Cacau Ras
    TEXTO FALTAM AS FOTOS ( JA ENVIADAS ) . enviado apenas para análise do professor

    • brunogarcez disse:

      Cadê Nossas Fábricas de Cultura ?

      Numa parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) (Cacau, é importante colocar por extenso o nome do órgão, já que a maior parte das pessoas não sabe do que se trata), Prefeitura de São Paulo e o governo do Estado, uma Fábrica de Cultura será criada no Conjunto Encosta Norte e outra na Vila Curuçá (você conhece, porque é do Itaim Paulista, mas nem todo mundo sabe onde ficam as regiões que você mencionou, então, vale acrescentar sempre um (zona leste da cidade), para que outros passem a conhecer também). Ambas estão em fase de construção, e a princípio contemplarão a dança, o teatro e a música. Este é o texto encontrado na Site da Subprefeitura do Itaim Paulista, mas porém em pesquisa realizada (essa informação é meio desnecessária, a gente sabe que você pesquisou para chegar à reportagem. Se fosse algo na linha “em pesquisa realizada nos acervos raros de x” ou “ao consultar os documentos obtidos com exclusividade pelo Mural Brasil“, até valeria citar, mas não nesse caso) se fala de fabrica da construção desde espaço de Cultura desde o ano 2000 , (ponto final, nem sei de onde saiu essa vírgula perdida, mas ela já foi dispensada).

      O Programa Fábricas de Cultura, parceria do BID, prefeitura e estado de São Paulo (isso você já falou, então eu limei) iniciou-se teve início (fica mais direto, melhor, mais simples) em 2005 e está nos distritos desde 2006, Ooferecendo oficinas de dança, leitura, desenho, teatro, canto e coral para crianças e adolescentes.
      Em 2007, foi dado inicio ao Projeto Espetáculo, que visa atender jovens de 14 a 19 anos, com o objetivo principal de fortalecer valores positivos essenciais na construção de identidades individuais e sociais. (legal esse trecho, gostei dessa definição para o projeto)
      A partir de um tema único pre-estabelecidos (se é um “tema único”, como você diz, tem que estar no singular), é implementado um processo de formação artístico-cultural através do trabalho simultanêo das linguagens de circo, dança, música e teatro, por meio de vivências e da produção de um espetáculo. porém Mas (porém soa meio pomposo nesse caso. Um simples “mas” já dá conta do recado, vai por mim) a partir de 2010,
      O o processo de roteirização passará a ser estabelecido pela equipe local e levadao até a secretária de cultura. para análise e aprovação para inicio . (já está claro o motivo e essa frase ficou solta e sem terminar)

      Entre os espetáculos desenvolvidos estão o “Projeto Pedrinho” (eu fiquei curioso em saber do que esse aqui se tratava, mas você não deu a ficha), “Villa na Vila”,em homenagem aos 50 anos de morte de Villa-Lobos (com hífen). Cada distrito tem, em média, 125 jovens pré-selecionados, em setembro de 2007, por arte educadores que em seu critério de avaliação atentavasse mais para a vontade real de participar do projeto, (achei que esse trecho estava meio confuso e não acrescentava muito) eEsses jovens recebem uma bolsa auxilio mensal de R$ 50.
      Além de lanche diário balanceado, nutricionalmente pré elabrorado contendo frios, sucos e frutas.

      O projeto conta ainda com dois arte-educadores com formação acadêmica dividos em:

      Corpo: Trabalha com as 4 linguagens , música, dança, circo e teatro. Este arte educador passa semanalmente por um treino de formação para poder empregar o contéudo em sala de aula.

      Daí a qualidade final do projeto. Este é o diferencial, porque não é uma oficina voltada para um determinado assunto e sim um projeto que engloba.. (outro trecho que eu, sinceramente, limaria, porque achei que ficou meio confuso, sem dizer a que veio)

      Foi desenvolvidoa parceria com as ONGs, Ceus Veredas e Curuçá, que cedem o espaço do teatro para a realização dos ensaio geral, enquanto o espaços fisico não esta terminado ainda.

      Cultura Social:

      A ideia é socialização e intercâmbio, através do resgate local do distrito. Os alunos vão a campo e realizam entrevistas com os moradores, que dão entrevistas sobre a região.

      O trabalho não foi fácil, porém prazeroso imagina você passar um ano e meio de exibiçôes, este monte de adolescentes juntos dentro de um ônibus a verdadeira trupê comentou Lourdes Silva Coord: do Projeto Pedrinho no Itaim Paulista.mostrando que
      o projeto já é bem sucedido.

      O próximo passo é,mapear a região do Itaim Paulista, pois o primeiro prédio que é o da Vila Curuçá localizado na Rua Pedra Dourada, 05 – Vila Chabilandia ,curuça Estudantes da China s/n , (muito detalhe) está em fase final processo de acabamento, devendo ser entregue até o final deste semestre previsão outubro de 2010, a toque de caixa. Já a Unidade do Itaim Paulista Estudantes da China s/n continua em construção sem previsão de entrega.
      Justamente no ano que passamos por um periodo eleitoral. O Fábricas de Cultura em nove distritos da cidade de São Paulo, em áreas de vulnerabilidade, com cerca de 5000 m² em cada equipamento com salas de circo, teatro, multiuso,biblioteca salas de atividades especificas: dança,circo,teatro,musica, artes plásticas entre outros…
      Até ai tudo muito bonito ,mas o porquê de tanta demora para construção dos prédios tão sonhados e prometidos, , já se passaram 10 anos desde a vontade politica até quando será necessário todo este tempo para que nos vejam de uma maneira , não caridosa mais sim de igualdade. Reflitam .
      Esse último trecho traz dados interessantes, mas ficou tudo um pouco embolado e confuso. Eu sugeriria dar uma boa simplificada e resumida e aí está beleza).

  5. Luciana Sales disse:

    Ação Integrada Centro Legal projeta o fim da Cracolândia

    por Luciana Sales

    Cigarro, drogas, bebidas… Esse é o retrato da realidade de vida de milhares de pessoas que moram nas ruas da cidade de São Paulo. A região central da cidade, antes conhecida como centro antigo e hoje como “Cracolândia” é um drama na vida de quem mora e trabalha nesta área.
    Ao longo dos anos e dos diversos governos, essa região da cidade foi cada vez mais sendo relegada. Os investimentos se estagnaram, o centro econômico e financeiro migrou de região e o local foi sendo tomado aos poucos por moradores de rua e dependentes químicos. Com o tempo, a situação agravou-se e a população de rua aumentou. O descaso público foi tão grande, que o local passou a ser ponto de consumo e venda de drogas publicamente conhecido.
    Segundo dados da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE) da USP, os chamados moradores de rua da capital aumentaram em 57% nos últimos 10 anos. Hoje existem em São Paulo 13.666 pessoas nessas condições, contra 8.706 em 2000. Pouco mais da metade delas (51,8%), procura os albergues mantidos pela Prefeitura para dormir com segurança e conforto. A outra parte desses moradores de rua (48,2%) dorme ao relento, totalmente desprotegidos, sob a ameaça de atos de violência. Completa a pesquisa da FIPE, outros dados importantes para o desenvolvimento de ações do poder público: 7,7% da população de rua é composta de jovens, sendo que metade é viciada em crack; só 7,8% têm mais de 50 anos e a grande maioria (79,7%) tem idade média de 40,2 anos e é do sexo masculino.
    Mediante a algumas ações desenvolvidas pela Prefeitura e órgãos públicos, como a criação de albergues e a expansão de outros serviços sociais, deu-se o primeiro passo para a construção de um programa voltado totalmente para a abordagem, tratamento e reintegração de moradores de rua na sociedade: a Ação Integrada Centro Legal.
    A Ação Integrada Centro Legal tem como objetivo dar atendimento completo às pessoas que vivem nas ruas, sejam elas dependentes químicos ou não, e dar-lhes tratamento de saúde e psicológico adequado, de acordo com suas necessidades. Também designa reinseri-las socialmente oferecendo ainda apoio educacional, capacitação profissional, oportunidade de trabalho e a possibilidade de refazer seus laços afetivo-familiares, reinserindo-as, assim, socialmente.

    (Inserir Fluxograma com todas as etapas do programa Ação Integrada Centro Legal)

    A primeira fase deste projeto é abordar todo e qualquer indivíduo que está morando nas ruas da cidade e que possui problemas com álcool e drogas. A abordagem é feita pelos agentes comunitários da Secretaria Municipal de Saúde e pelos agentes de proteção urbana da Secretaria Municipal de Assistência Social. Os agentes abordam os moradores de rua, até que se estabeleça um vínculo entre eles, capaz de convencê-los a aceitar o tratamento oferecido. As abordagens são feitas durante o dia ou à noite. Os usuários de drogas e álcool são encaminhados então para o CRATOD (Centro de Referência de Atendimento a Tabaco, Álcool e Outras Drogas, Assistência Médica Ambulatorial – AMA Sé ou AMA Boracéia, onde receberão atendimento clínico e uma avaliação psicológica, psiquiátrica e social. Uma equipe multidisciplinar irá avaliar as condições de saúde do paciente, juntamente com o principal problema que é a dependência química. Paralelamente, o paciente começará a passar por um período de desintoxicação.
    Após esse tratamento no CRATOD, o paciente é encaminhado para clínicas ou comunidades terapêuticas, onde é feito um tratamento para superar a dependência química. Além disso, há o desenvolvimento de cursos e tratamentos diversos que visem à recuperação física e social, levando-os a resgatar sua cidadania.
    A terceira etapa é dar completo e amplo atendimento de saúde, educacional e de reinserção social aos pacientes moradores de rua e dependentes químicos, resgatando assim sua cidadania, a chamada Moradia Assistida, que possibilitará a construção de um projeto de vida e restabelecer vínculos familiares.

    Para que todo esse trabalho seja desenvolvido adequadamente e solucione os problemas dos moradores de rua reinserindo-os na sociedade, há a necessidade de um grande envolvimento de profissionais de diversas áreas e órgãos públicos municipais e estaduais: Secretaria Municipal de Saúde, Secretaria Municipal de Assistência Social, Comuda (Conselho Municipal de Políticas Públicas de Drogas e Álcool), Defensoria Pública, Ministério Público, entre outros.

    Roteiro de elaboração desta Reportagem:

    1º. passo: Elaborei a pauta relacionada ao assunto “Programa Ação Integrada Centro Legal”, onde mencionei o objetivo, a proposta e as fontes indicadas ao tema;

    Pauta: Ação Integrada Centro Legal
    Objetivo: Falar de um projeto realizado pela subprefeitura da Sé, que traz a proposta de acabar com as drogas no centro de São Paulo levando os viciados para serem tratados e reinseridos na sociedade.
    Histórico:
    A Ação Integrada Centro Legal é realizada em parceria com a Prefeitura de São Paulo, Governo do Estado, Poder Judiciário, Ministério Público e sociedade civil para recuperar o Centro da capital paulistana, através de apreensões de mercadorias ilegais, prisões, fechamento de estabelecimentos irregulares e abordagem e encaminhamento de dependentes de drogas aos serviços especializados de saúde. O objetivo é combater uma série de problemas crônicos da região e ajudar no tratamento e ressocialização de dependentes de álcool, drogas e pessoas com problemas psíquicos.
    Participam da Ação Integrada Centro Legal as secretarias municipais da Saúde, Assistência e Desenvolvimento Social, Habitação, Coordenação das Subprefeituras, Segurança Urbana e Controle Urbano; o Ministério Público; as polícias Militar, Civil, Técnico-Científica e a Guarda Civil Metropolitana; a Secretaria de Estado da Saúde; o Conselho Municipal de Políticas Públicas de Drogas e Álcool (Comuda); o Contru, a Covisa; o Centro de Controle de Zoonoses; o Departamento de Limpeza Urbana (Limpurb); o Departamento de Iluminação Pública (Ilume); Conselho Tutelar; Vara da Infância e Juventude; Companhia de Engenharia de Tráfego (CET); Eletropaulo; Sabesp; Poder Judiciário; e sociedade civil.
    O COMUDA (Conselho Municipal contra as Drogas e o Álcool) tem como objetivo integrar o Sistema Nacional de Prevenção, Fiscalização e Repressão ao tráfico ilícito e uso indevido de substâncias entorpecentes ou que determinem dependência física ou psíquica,conforme o disposto na Lei Federal nº 6368 de 21 de outubro de 1976.
    Fontes
    – Subprefeitura da Sé
    Assessoria de Imprensa: Patrícia
    Tel: 3397-3480

    – COMUDA
    Presidente: José Florentino
    Tel: 3113-9644

    2º. passo: Após ser aprovada pelo prof. Bruno Garcez comecei a desenvolver a pauta, primeiramente fazendo uma pesquisa sobre o assunto escolhido;

    3º. passo: Liguei para a assessoria do COMUDA (Conselho Municipal de Políticas Públicas de Drogas e Álcool) e conversei com o presidente do mesmo, o senhor José Florentino, a quem expliquei que eu fazia parte de um projeto de Jornalismo Cidadão da Folha de São Paulo e necessitava de ajuda para conseguir material sobre um determinado projeto relacionado ao próprio COMUDA. Então ele me indicou que eu falasse com a assessoria da Subprefeitura da Sé, para me informar sobre o programa “Ação Integrada Centro Legal”, passando o nome e telefone da assessora.

    4º. passo: Entrei em contato com a Patrícia, assessora da Subprefeitura da Sé, para solicitar informações sobre o programa. Então, ela pediu que eu encaminhasse um e-mail a ela explicando o que eu queria exatamente.

    5º. passo: Recebi a resposta da assessora cinco dias depois de mandar o e-mail. Ela encaminhou toda a explicação sobre o “Programa Ação Integrada Centro Legal”, juntamente com o link de acesso à página da Prefeitura, que explica tudo sobre o programa.

    6º. Passo: Com o material em mãos, comecei a escrever a matéria e também conversei novamente com o presidente do COMUDA e combinei com ele de encaminhar algumas perguntas para completar meu texto.

    7º. Passo: No final das contas, eu consegui desenvolver bastante meu texto, porém não obtive sucesso com as perguntas que mandei ao presidente, pois o mesmo não teve espaço para responder o que eu tinha interesse em saber.

    • brunogarcez disse:

      Ação Integrada Centro Legal projeta o fim da Cracolândia

      por Luciana Sales

      Cigarro, drogas, bebidas… (Eu colocaria algo mais forte, na linha “Drogas consumidas a ceu aberto, pessoas dormindo debaixo de marquises e de viadutos… Esse é o retrato da realidade de vida de milhares de pessoas que moram nas ruas da cidade de São Paulo. A região central da cidade, antes conhecida como centro antigo e hoje como “Cracolândia” é um drama na vida de quem mora e trabalha nesta área.

      Ao longo dos anos e dos diversos governos, essa região da cidade foi cada vez mais sendo relegada. Os investimentos se estagnaram, o centro econômico e financeiro migrou de região e o local foi sendo tomado aos poucos por moradores de rua e dependentes químicos.

      Com o tempo, a situação agravou-se e a população de rua aumentou. O descaso público foi tão grande, que o local passou a ser ponto de consumo e venda de drogas publicamente conhecido.

      Segundo dados da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE) da USP, os chamados moradores de rua da capital aumentaram em 57% nos últimos 10 anos. Hoje existem em São Paulo 13.666 pessoas nessas condições, contra 8.706 em 2000. Pouco mais da metade delas (51,8%), procura os albergues mantidos pela Prefeitura para dormir com segurança e conforto.

      A outra parte desses moradores de rua (48,2%) dorme ao relento, totalmente desprotegidos, sob a ameaça de atos de violência. Completa a pesquisa da FIPE, outros dados importantes para o desenvolvimento de ações do poder público: 7,7% da população de rua é composta de jovens, sendo que metade é viciada em crack; só 7,8% têm mais de 50 anos e a grande maioria (79,7%) tem idade média de 40,2 anos e é do sexo masculino.

      Mediante a (esse “a” não é necessário) algumas ações desenvolvidas pela Prefeitura e por órgãos públicos, como a criação de albergues e a expansão de outros serviços sociais, deu-se o primeiro passo para a construção de um programa voltado totalmente para a abordagem, tratamento e reintegração de moradores de rua na sociedade: a Ação Integrada Centro Legal.

      A Ação Integrada Centro Legal tem como objetivo dar atendimento completo às pessoas que vivem nas ruas, sejam elas dependentes químicos ou não, e dar-lhes tratamento de saúde e psicológico adequado, de acordo com suas necessidades. Também designa reinseri-las socialmente oferecendo ainda apoio educacional, capacitação profissional, oportunidade de trabalho e a possibilidade de refazer seus laços afetivo-familiares, reinserindo-as, assim, socialmente.

      A primeira fase deste projeto é abordar todo e qualquer indivíduo que está morando nas ruas da cidade e que possui problemas com álcool e drogas. A abordagem é feita pelos agentes comunitários da Secretaria Municipal de Saúde e pelos agentes de proteção urbana da Secretaria Municipal de Assistência Social.

      Os agentes abordam os moradores de rua, até que se estabeleça um vínculo entre eles, capaz de convencê-los a aceitar o tratamento oferecido. As abordagens são feitas durante o dia ou à noite. Os usuários de drogas e álcool são encaminhados então para o CRATOD (Centro de Referência de Atendimento a Tabaco, Álcool e Outras Drogas, Assistência Médica Ambulatorial – AMA Sé ou AMA Boracéia, onde receberão atendimento clínico e uma avaliação psicológica, psiquiátrica e social.

      Uma equipe multidisciplinar irá avaliar as condições de saúde do paciente, juntamente com o principal problema que é a dependência química. Paralelamente, o paciente começará a passar por um período de desintoxicação.

      Após esse tratamento no CRATOD, o paciente é encaminhado para clínicas ou comunidades terapêuticas, onde é feito um tratamento para superar a dependência química. Além disso, há o desenvolvimento de cursos e tratamentos diversos que visem à (“a” normal mesmo, não leva crase) recuperação física e social, levando-os a resgatar sua cidadania.

      A terceira etapa é dar completo e amplo atendimento de saúde, educacional e de reinserção social aos pacientes moradores de rua e dependentes químicos, resgatando assim sua cidadania, a chamada Moradia Assistida, (moradia assistida só seria em caixa alta se fosse o nome de um programa) que possibilitará a construção de um projeto de vida e restabelecer vínculos familiares.

      Para que todo esse trabalho seja desenvolvido adequadamente e solucione os problemas dos moradores de rua reinserindo-os na sociedade, há a necessidade de um grande envolvimento de profissionais de diversas áreas e de órgãos públicos municipais e estaduais: Secretaria Municipal de Saúde, Secretaria Municipal de Assistência Social, Comuda (Conselho Municipal de Políticas Públicas de Drogas e Álcool), Defensoria Pública, Ministério Público, entre outros.

      Roteiro de elaboração desta Reportagem:

      1º. passo: Elaborei a pauta relacionada ao assunto “Programa Ação Integrada Centro Legal”, onde mencionei o objetivo, a proposta e as fontes indicadas ao tema;

      Pauta: Ação Integrada Centro Legal
      Objetivo: Falar de um projeto realizado pela subprefeitura da Sé, que traz a proposta de acabar com as drogas no centro de São Paulo levando os viciados para serem tratados e reinseridos na sociedade.
      Histórico:
      A Ação Integrada Centro Legal é realizada em parceria com a Prefeitura de São Paulo, Governo do Estado, Poder Judiciário, Ministério Público e sociedade civil para recuperar o Centro da capital paulistana, através de apreensões de mercadorias ilegais, prisões, fechamento de estabelecimentos irregulares e abordagem e encaminhamento de dependentes de drogas aos serviços especializados de saúde. O objetivo é combater uma série de problemas crônicos da região e ajudar no tratamento e ressocialização de dependentes de álcool, drogas e pessoas com problemas psíquicos.
      Participam da Ação Integrada Centro Legal as secretarias municipais da Saúde, Assistência e Desenvolvimento Social, Habitação, Coordenação das Subprefeituras, Segurança Urbana e Controle Urbano; o Ministério Público; as polícias Militar, Civil, Técnico-Científica e a Guarda Civil Metropolitana; a Secretaria de Estado da Saúde; o Conselho Municipal de Políticas Públicas de Drogas e Álcool (Comuda); o Contru, a Covisa; o Centro de Controle de Zoonoses; o Departamento de Limpeza Urbana (Limpurb); o Departamento de Iluminação Pública (Ilume); Conselho Tutelar; Vara da Infância e Juventude; Companhia de Engenharia de Tráfego (CET); Eletropaulo; Sabesp; Poder Judiciário; e sociedade civil.
      O COMUDA (Conselho Municipal contra as Drogas e o Álcool) tem como objetivo integrar o Sistema Nacional de Prevenção, Fiscalização e Repressão ao tráfico ilícito e uso indevido de substâncias entorpecentes ou que determinem dependência física ou psíquica,conforme o disposto na Lei Federal nº 6368 de 21 de outubro de 1976.
      Fontes
      – Subprefeitura da Sé
      Assessoria de Imprensa: Patrícia
      Tel: 3397-3480

      – COMUDA
      Presidente: José Florentino
      Tel: 3113-9644

      2º. passo: Após ser aprovada pelo prof. Bruno Garcez comecei a desenvolver a pauta, primeiramente fazendo uma pesquisa sobre o assunto escolhido;

      3º. passo: Liguei para a assessoria do COMUDA (Conselho Municipal de Políticas Públicas de Drogas e Álcool) e conversei com o presidente do mesmo, o senhor José Florentino, a quem expliquei que eu fazia parte de um projeto de Jornalismo Cidadão da Folha de São Paulo e necessitava de ajuda para conseguir material sobre um determinado projeto relacionado ao próprio COMUDA. Então ele me indicou que eu falasse com a assessoria da Subprefeitura da Sé, para me informar sobre o programa “Ação Integrada Centro Legal”, passando o nome e telefone da assessora.

      4º. passo: Entrei em contato com a Patrícia, assessora da Subprefeitura da Sé, para solicitar informações sobre o programa. Então, ela pediu que eu encaminhasse um e-mail a ela explicando o que eu queria exatamente.

      5º. passo: Recebi a resposta da assessora cinco dias depois de mandar o e-mail. Ela encaminhou toda a explicação sobre o “Programa Ação Integrada Centro Legal”, juntamente com o link de acesso à página da Prefeitura, que explica tudo sobre o programa.

      6º. Passo: Com o material em mãos, comecei a escrever a matéria e também conversei novamente com o presidente do COMUDA e combinei com ele de encaminhar algumas perguntas para completar meu texto.

      7º. Passo: No final das contas, eu consegui desenvolver bastante meu texto, porém não obtive sucesso com as perguntas que mandei ao presidente, pois o mesmo não teve espaço para responder o que eu tinha interesse em saber.
      Responder

  6. Dalton Assis disse:

    Criado em 2002 pelo Ministério da Saúde e implantado na cidade de São Paulo em julho de 2005 pela Secretaria Municipal da Saúde, o programa já beneficiou 250mil portadores de doenças crônicas, como diabetes, hipertensão. Em suas mais de 446 Unidades Básicas de Saúde (UBS). O principal objetivo é incentivar os pacientes a manterem suas doenças controladas e em constante acompanhamento médico.

    Nas UBS, o programa é divido pelas cores branca, azul, amarela, verde, laranja e vermelha que servem apenas para orientar a população, ao invés de dividir por números, dessa forma, facilitar o controle de equipes que atendem um certo número de ruas e família. Um enfermeiro e um auxiliar vão às casas destas famílias, fazem um levantamento dos hipertensos e diabéticos e encaminham para as UBS mais próximosa de suas residências.

    Nas unidades de saúde, o médico responsável pelo atendimento faz a triagem destes pacientes conforme suas enfermidades e os cadastra no sistema. Com isso, eles já recebem a primeira dosagem na própria farmácia da UBS. Esta é uma forma para que os pacientes não fiquem sem medicação no processo de inclusão, que leva de 10 a 15 dias.

    A partir daí, eles recebem em suas casas pelo correio a quantidade de medicamento suficiente para 90 dias. Dessa forma, os pacientes retornam a cada três meses às unidades de saúde para novas consultas e acompanhamentos de sua doença. Melhorando assim, o fluxo de atendimento e diminuindo a longa espera na fila.

    Como é o caso de Lavínia Silvia, residente no bairro do Jardim Lídia, (zona sul de São Paulo) ela é hipertensa e utiliza o (Programa Remédio em Casa) a 5 messes. “É um ótimo programa, recebo todos meus medicamentos no dia certo e nunca fico sem, além disso, eu economizo uma grana, e recebo eles na minha casa ” relata, contente, dona Lavínia.

    A Cidade de São Paulo conta atualmente com 446 Unidades Básicas de Saúde (UBS) divididas em 5 regiões. Centro Oeste, Sudeste, Norte, Leste e Sul
    Na Zona Sul, sobre a Coordenadoria do Campo Limpo está localizada a UBS do Jardim Lídia.
    Imagem dos números de UBS em São Paulo

    Total de famílias beneficiadas – UBS JARDIM LIDIA
    A tabela abaixo representa por equipes o números de beneficiados pelo programa

    Tabelas de metas do programa ( elas podem entrar na matéria seguido do texto abaixo ?) Caso não de eu retiro essas informações.

    De acordo com os dados da Secretária da Saúde de São Paulo a zona sul tenderá a crescer consideravelmente no cadastro dos pacientes de hipertensão e diabetes de 26.253 para 39.380 até 2013. Para os obesos o aumento deve chegar a 200%.

    Na região Sul o objetivo é chegar a 27.566 cadastrados nos casos de hipertensos e diabéticos e subir de 2.800 para 8.400 o caso de pacientes obesos em 3 anos.
    A equipe de Saúde da Família pretende ampliar seus números de agentes nas unidades de saúdes dos passando 71 atuais para 108 em 2013.

    Roteiro

    O desenvolvimento da reportagem sobre o Programa Remédio em Casa da Secretária Municipal da Saúde de São, Foi através de texto e imagens, porém como não fui autorizado a filmar ou registrar qualquer imagem dentro da Unidade de Saúde tive que tirar fotos as escondidas aproveitando sempre de um descuido ou troca de posto dos seguranças do locais.

    Passo a Passo

    Comecei no dia 25/06 ás 14hs indo a Unidade Básica de Saúde do Jardim Lídia, zona sul de São Paulo. Nesse dia ainda nem sabia ao certo o que faria, a ideia veio quando vi um cartaz sobre os 5 anos do Programa Remédio em Casa, me interessei pelo assunto e passei a pesquisar mais e definir no final daquela tarde de sexta, ela como minha reportagem.

    O Inicio de fato das apurações ocorreu no dia 19/07 Segunda ás 9hs fui à UBS do Jardim Lídia entrevistar a diretora responsável Ana Paula, ela estava em reunião e só estaria disponível a tarde, Por eu trabalhar neste horário.Fui embora após 3 horas de espera.

    20/07 – Terça
    Ás 9hs retornei á UBS e fui informado pela secretária que a Ana Paula havia entrado de férias.
    9h30 – Fui para à UBS do Jardim Campo de Fora, conversar com a diretora Edilene, mas chegando ao local fui informado por ela que este programa era de exclusividade da Saúde da Família e me encaminhou para unidade do Jardim Maracá uns 20 minutos dalí.
    10hs – Ao chegar à Unidade do Maracá o recepcionista informou que diretora do posto saiu e pediu para eu retornar à tarde ou voltasse amanhã ás 9hs.

    21/07 – Quarta

    No dia seguinte retornei á unidade do Maracá. E conversei com a diretora Eliane, ela foi simpática ao me receber, mas ao informar que eu estava a serviço do jornal Folha de São Paulo ela mudou, dizendo que não podia falar nada e que esta era uma responsabilidade da Sub Prefeitura do Campo Limpo da coordenadoria geral da saúde.e somente lá poderia recolher estas informações.

    9:30 hs – Retorno ao posto do Jardim Lidia revoltado e decidido a sair com o material todo coletado.
    Conversei com a Vilma Subgerente que já me conhecia. Iría então fazer 6 perguntas que havia produzido pela madrugada e fechar a matéria, Mas fui encaminhado a conversar com a Maria do Acompanhamento, por ela (Vilma) estar sem tempo. No Acompanhamento ela não tinha como responder perguntas tão “complexas” e me encaminhou ao administrativo para falar com a Cíntia. Chegando lá, ela estava fechando as estatísticas do mês de julho e não poderia me atender. Eu novamente fui encaminhado, desta vez para Adelaide responsável pelas estatísticas da região do Jardim Lídia.

    Finalmente fui atendido e coletei todas as informações que precisava, registrei imagens do formulário de controle dos pacientes do programa que os médicos utilizam, com a condição de não revelar dados do paciente.

    As tais perguntas “complexas”

    Quantas pessoas foram benefíciadas nestes 5 anos do programa Remédio em Casa ?
    E no Jardim Lídia?
    O Fluxo no postos e as filas tem diminuído?
    Quais são as etapas do programa?
    Quem faz a entrega dos medicamentos a estas pessoas?
    Quais são os responsáveis por este atendimento aos pacientes?

    11h50 – Não satisfeito com material em mãos, peguei o endereço do paciente contido naquele documento localizei no Google Maps e fui à residência desta senhora para entrevista-la. Ao chegar ao endereço fui atendido pela neta dela Renata Silvia.
    Para obter a entrevista disse que estava fazendo uma pesquisa nas ruas sobre pessoas que utilizam do programa a garota logo respondeu “ a minha avó faz parte do programa”. Na maior cara de pau, joguei um verde e respondi “Ah é? Interessante, poderia entrevista- lá?” No começo foi difícil ,mas após ganhar a confiança dela ,consigo por fim entrevistar a senhora Lavínia.
    .
    A noite após chegar do trabalho ás 23h30min começo a desenvolver a matéria, juntar os dados e editar as imagens nos programas (Picassa, Paint e Gimp 3.0).

    Às 3h45 da manhã de quinta-feira 22/07 finalizo a reportagem.

    Fontes

    Site da Prefeitura do Estado de São Paulo
    http://www.capital.sp.gov.br/portalpmsp/homec.jsp

    Site da Sub-Prefeitura do Campo Limpo
    http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/saude/programas/index.php?p=5875

    Unidades Básicas de Saúde (UBS) e Unidades da Saúde da Família (USF)

    Jardim Lidia
    Jardim Campo de Fora
    Jardim Maracá
    Capão Redondo

    Palavras Finais

    Desenvolver este trabalho foi muito bom, tirando os inconvenientes, os riscos e a grande burocracia que é em conseguir informações de órgãos públicos quando você não tem contatos ou amigos é complicado, mas nada que com criatividade, sendo muito insistente e chato você não consiga.

    Esta reportagem foi especial não pelo fato de ter ido a campo recolher informações, entrevistar pessoas, mas pelo seu cronograma maluco, e um tempo muito escasso, tinha o de transformar aquelas poucas horas da manhã em produtividade, e quando o horário estourava, a noite quando chegava do trabalho varava madrugada para continuar a produzir perguntas, elaborar estratégias, pesquisar e editar o material que tinha em mãos.
    A melhor parte foi a cara de pau de criar uma história para conseguir entrevistar um dos pacientes do programa. A cara lavada de saber das informações e ainda por cima se fazer de desentendido e jogar assuntos do interesse da pessoa para persuadi la foi uma das características que mais admirei, quando o caso é fazer aquela reportagem, capturar aquela imagem, ou conseguir aquela matéria em especial custe o que custar.

  7. Telma Amorim disse:

    Comunidade da zona sul espera por obras há mais de 12 anos

    Vila Rubi, um bairro da zona sul de São Paulo, sofre há anos com a falta de urbanização.

    A reurbanização da Vila Rubi teve início em 1997 e está em andamento até hoje. Nos primeiros meses de 2010, tal projeto foi retomado com a demolição de moradias, que obrigou muitas famílias a desocuparem suas casas, em troca do recebimento de um aluguel social equivalente a R$ 400,00 durante seis meses, pago pela Prefeitura e a Secretaria de Habitação. O contrato de aluguel é mantido até que uma nova moradia seja construída para cada família e, se ao longo de 180 dias a casa própria não estiver pronta, renova-se o contrato.

    As obras que, teoricamente, trariam uma condição melhor de infraestrutura e saneamento básico, não saíram como planejado. Diversas casas foram derrubadas deixando entulhos que agravam os alagamentos que já existiam na região. Atualmente, as construções estão paradas e não há indícios de continuidade.

    Em entrevista, o representante do bairro Sr. João Santos de Oliveira, disse: “As crianças e adolescentes, mãe de família e pai de família, disputam espaço com ratos e esgoto”.

    As condições pioram à medida que o tempo passa, e os moradores da comunidade sofrem com o descaso dos governantes. As chuvas de fevereiro causaram grandes perdas às famílias: móveis, eletrodomésticos e alimentos. A infiltração e umidade trouxeram rachaduras que abalam não só a estrutura das casas, mas também das pessoas que moram nelas.

    Ivanilda Santos, moradora da comunidade há mais de 30 anos declarou:
    “Nós estamos querendo que eles (governo) arrumem logo, né? Porque os ratos estão entrando na casa da gente e não é rato pequeno, não é rato grande. A minha casa está com as paredes rachadas a gente quer arrumar, mas como que vai arrumar? Depois eles vêm e derrubam tudo, então, não tem nem como, tem que ficar esperando eles, a boa vontade”.

    As casas precisam de reparos, porém os moradores têm receio de gastar o pouco dinheiro que possuem em reformas nas moradias que podem ser demolidas a qualquer momento ou mantidas no estado atual por anos, já que a Secretaria de Habitação não responde sobre a evolução e término das obras aos moradores que continuam aflitos.

    “Acho ridículo, um nojo, água escorrendo de esgoto na rua, não tem córrego, criança pisa nessa água suja, perigoso até pegar uma leptospirose”. Disse Simone Silva, 32, uma moradora indignada.

    Por Telma Amorim

  8. Claudia Pereira disse:

    Escola Miguel Maluhy teme por falta professores em sala de aula
    A escola enfrenta problemas com a falta de professores, internet e poluição sonora.

    Os alunos da escola estadual Comendador Miguel Maluhy, no Campo Limpo, podem ficar sem professores novamente, a exemplo do semestre passado que ficou quase três meses sem professores de matemática, física e química. Devido ao novo sistema de atribuição de aulas a professores da rede estadual o projeto conhecido como “duzentena” implantado pelo governo estadual de São Paulo afetou várias escolas do estado deixando professores fora das salas de aulas.
    Kátia de Menezes e Gildo de Castro, diretores da escola, temem a falta de professores no segundo semestre. Para driblar a situação eles fazem planejamento de reposição de aulas aos sábados para que os alunos não sejam prejudicados no ano letivo. A escola que tem aproximadamente 2.000 alunos do ensino fundamental também possuem vários desafios além da falta de professores. Há um ano foi implantado o projeto “Acessa Escola” que tem por objetivo promover a inclusão digital e social dos alunos. Os computadores já foram instalados, mas não há suporte de rede, o que dificulta o acesso à internet.
    Outro problema é a poluição sonora, pois a escola fica ao lado da estrada do Campo Limpo onde passam diariamente centenas de carros causando um barulho ensurdecedor. Constatamos isso durante a nossa reportagem com as salas vazias. A escola até possui um sistema de isolamento acústico, mas de nada adianta, pelo contrário, só prejudica a saúde de alunos e professores com a grande quantidade de fuligem dos carros. “Já mandamos diversos ofícios, pra secretaria, mas até agora não resolveram o nosso problema”, acrescenta o vice diretor Gildo de Castro, que acha que a situação das escolas estaduais tem piorado cada vez mais, embora o governo tenha dado autonomia para a administração de verbas. Falta a atenção dos governantes, mas, em contrapartida, a escola vai se desenvolvendo pelo apoio da própria comunidade. Procurado pela equipe do Mural Brasil por diversas vezes, a Secretaria de Educação não se manifestou sobre o assunto, afirmando que o problema dos professores já havia sido solucionado e que em breve dariam um retorno.

    Por Cláudia Pereira

    Breve relatório

    -Depois de levantarmos informações com as fontes, procuramos a direção da escola para falar sobre o assunto. A primeira informação é que precisaríamos de autorização da Secretaria de Educação para a captação de imagens da escola, isso por se tratar de órgão público.

    -Ligamos para a secretaria perguntando sobre a autorização e disseram que demoraria em torno de uma semana.

    -No dia 16/07 fomos à escola em posse de câmera de vídeo e câmera fotográfica, e o vice diretor da escola autorizou que usássemos as imagens e falas dele.

    – Conversamos com professores e diretores que naquele dia estavam agendando a programação da escola para as aulas que começam em agosto. Nesse bate papo ficamos sabendo das dificuldades e queixas com relação ao salário e bônus oferecidos pelo governo que não agrada a categoria. Todos falaram das dificuldades que enfrentam na escola com a falta de professores, problemas de infra-estrutura contando somente com o apoio básico da comunidade do bairro.

    -Entramos em contato novamente com a assessoria de imprensa da Secretaria de Educação, falamos da pauta e inclusive enfatizando o nome do Bruno Garcez e da Folha de São Paulo visando obter mais informações sobre os problemas da escola. Em várias insistências, falamos com Tenório, Raphael e Victor sem termos uma resposta.

    -Entramos mais uma vez em contato nos dias 20 e 21/07 com a assessoria de imprensa da secretaria afim de obtermos resposta sobre os problemas da escola. Hoje, dia 21/07, conseguimos obter um pouco mais de atenção e que teríamos uma resposta em breve. Achamos que não vamos obter sucesso. Vamos finalizar a matéria sem uma resposta da Secretaria de Educação que afirma que o problema de falta de professores já teria sido solucionado. Entretanto a diretora da escola Comendador Miguel Maluhy, Kátia de Menezes, afirma que o problema continuará em decorrência de vários professores de licença.
    Mesmo com as barreiras e dificuldades encontradas conseguimos um bom material em fotos e vídeo para a realização da matéria.

    • brunogarcez disse:

      Escola Miguel Maluhy teme por falta professores em sala de aula
      A escola enfrenta problemas com a falta de professores, internet e poluição sonora.

      Os alunos da escola estadual Comendador Miguel Maluhy, no Campo Limpo (zona sul de São Paulo), podem ficar sem professores novamente, a exemplo do semestre passado que ficou quase três meses sem professores de matemática, física e química.

      Devido a O novo sistema de atribuição de aulas a professores da rede estadual, o projeto conhecido como “duzentena”, implantado pelo governo estadual de São Paulo, (coloquei esse trecho entre vírgulas, porque é um aposto) afetou várias escolas do estado, deixando professores fora das salas de aulas.

      (Aqui eu acrescentei uma explicação sobre o que é, em linhas gerais, a duzentena. É uma coisa confusa já com a explicação, mas sem acrescentar essa informação, fica impossível de saber do que se trata. Sempre que se tratar de um tema assim, que não é do conhecimento da maior parte das pessoas, é importante acrescentar uma explicação.)

      “Duzentena” é o apelido da lei que limita a um ano a validade do contrato de professor temporário de uma das categorias criadas pelo governo estadual, a categoria “O”, impondo a ele um prazo de duzentos dias antes que possa voltar a trabalhar na rede estadual de ensino.

      A “Duzentena”, cujo nome oficial é Lei Complementar Nº 1.093, de 16 de julho de 2009, visa regulamentar o contrato temporário de professores da rede estadual pelo período relativo ao ano letivo, que é de duzentos dias.

      A lei diz visar a admissão emergencial “para atender a necessidade temporária de excepcional interesse público”.

      Kátia de Menezes e Gildo de Castro, diretores da escola Miguel Maluhy, temem a falta de professores no segundo semestre. Para driblar a situação, eles fazem planejamento de reposição de aulas aos sábados, para que os alunos não sejam prejudicados no ano letivo.

      A escola, que tem aproximadamente 2.000 alunos do ensino fundamental, (outro trecho que precisa ficar entre vírgulas, por ser aposto possui vários desafios além da falta de professores.

      Há um ano, (vocativo, aqui também vai uma vírgula) foi implantado o projeto “Acessa Escola”, que tem por objetivo promover a inclusão digital e social dos alunos. Os computadores já foram instalados, mas não há suporte de rede, o que dificulta o acesso à internet.

      Outro problema é a poluição sonora, pois a escola fica ao lado da estrada do Campo Limpo, onde passam diariamente centenas de carros causando um barulho ensurdecedor.

      Constatamos isso durante a nossa reportagem com as salas vazias. A escola até possui um sistema de isolamento acústico, mas de nada adianta, pelo contrário, só prejudica a saúde de alunos e professores com a grande quantidade de fuligem dos carros.

      “Já mandamos diversos ofícios, para a secretaria, mas até agora não resolveram o nosso problema”, acrescenta o vicediretor da Miguel Maluhy, Gildo de Castro, que acha que a situação das escolas estaduais tem piorado cada vez mais, embora o governo tenha dado autonomia para a administração de verbas.

      Falta a atenção dos governantes, mas, em contrapartida, a escola vai se desenvolvendo pelo apoio da própria comunidade. (Cláudia, você não citou quais são as iniciativas da própria comunidade e acho que o trecho que diz que falta atenção dos governanntes acaba soando um pouco panfletário. Pelas próprias informações da reportagem, já se percebe descaso das autoridades, então, acho que o trecho acaba sendo dispensável. Procuradoa pela equipe do Mural Brasil (estou padronizando de a gente sempre colocar o Mural Brasil em bold, qué para destacar) por diversas vezes, a Secretaria de Educação não se manifestou sobre o assunto, afirmando que o problema dos professores já havia sido solucionado e que em breve dariam um retorno.

      Por Cláudia Pereira

      Breve relatório

      -Depois de levantarmos informações com as fontes, procuramos a direção da escola para falar sobre o assunto. A primeira informação é que precisaríamos de autorização da Secretaria de Educação para a captação de imagens da escola, isso por se tratar de órgão público.

      -Ligamos para a secretaria perguntando sobre a autorização e disseram que demoraria em torno de uma semana.

      -No dia 16 de julho, fomos à escola em posse de câmera de vídeo e câmera fotográfica, e o vice-diretor nos autorizou a usar as imagens e as falas dele.

      – Conversamos com professores e diretores que naquele dia estavam agendando a programação da escola para as aulas que começam em agosto. Nesse bate-papo, ficamos sabendo das dificuldades e queixas com relação ao salário e bônus oferecidos pelo governo, que não agrada à categoria. Todos falaram das dificuldades que enfrentam na escola, com a falta de professores e problemas de infra-estrutura, contando somente com o apoio básico da comunidade do bairro.

      -Entramos em contato novamente com a assessoria de imprensa da Secretaria de Educação, falamos da pauta e inclusive enfatizando o nome do Bruno Garcez e da “Folha de São Paulo”, visando obter mais informações sobre os problemas da escola. Após muita insistência, falamos com Tenório, Raphael e Victor, da assessoria de imprensa, sem termos uma resposta.

      -Entramos mais uma vez em contato nos dias 20 e 21 de julho, com a assessoria de imprensa da secretaria, a fim de obtermos resposta sobre os problemas da escola.

      Em 21 de julho, conseguimos obter um pouco mais de atenção. E nos foi dito que teríamos uma resposta em breve. Achamos que não vamos obter sucesso. Vamos finalizar a reportagem sem uma resposta da Secretaria de Educação que afirma que o problema de falta de professores já teria sido solucionado. Entretanto, a diretora da escola Comendador Miguel Maluhy, Kátia de Menezes, afirma que o problema continuará em decorrência de vários professores de licença.
      Mesmo com as barreiras e dificuldades encontradas conseguimos um bom material em fotos e vídeo para a realização da matéria.

  9. Elias disse:

    Corrupção política, só política?

    A corrupção dos nossos governantes, é muito clara aos nossos olhos. Quem realmente quer fazer algo para o povo mais necessitado, não precisa se candidatar a algum cargo político. Basta ter o desejo no coração de ajudar o próximo, tanto o que faz o mal ou o bem, sem olhar para aparência e fazer sem interesse ou vanglória, mas sempre com amor. Todos conhecem a corrupção dos nossos governantes, e a corrupção do povo? Muitos falam da corrupção dos políticos, dos pastores, dos padres, etc. E se examinarmos a nós mesmos, será que somos incorruptíveis? Diferentes deles? O que adianta falar dos políticos, se o mesmo sonega imposto? O que adianta falar dos pastores, se o mesmo não pratica a palavra de Deus? Ah! Os políticos roubam! E você? Acha uma carteira e rouba o dinheiro e nem devolve os documentos pelo menos. Compra um produto numa lojinha da “tiazinha” por 2 reais, paga com uma nota de 10, e recebe o troco de 20. O que você fez? Problema dela! Porque não devolveu o que ela retornou a mais? Ainda você vira e fala que sonega imposto, porque o governo é ladrão? Só porque o governo rouba, você vai roubar também? Antes de tirar o cisco do olho do teu irmão, tira trave do teu! Quem é infiel no pouco, é infiel no muito. Quem rouba no pouco, rouba no muito.
    Examine-se!

  10. Suevelin Cinti disse:

    Depois de campanhas eleitorais, praça em São Paulo parece esquecida.

    Inaugurada em 2004 durante campanha eleitoral para prefeito do estado, a Praça do Trabalhador que antes era ponto de lazer, hoje com os brinquedos destruídos se tornou ponto de drogas e um lugar perigoso para os moradores da região de Parelheiros no extremo sul da cidade de São Paulo.

    Com 11.000m² situada entre as avenidas Teotônio Vilela e Paulo Guilguer Reimberg a praça é um importante ponto de referência dessa região; construída em frente ao Terminal Varginha, cerca de 10 mil pessoas atravessam a praça para ir ao centro da cidade todos os dias. Apesar de sua boa localização geográfica, os moradores sentem como se o lugar estivesse abandonado pela subprefeitura.

    Após seis anos desde sua inauguração já não existe nenhum brinquedo em condições de uso, todos estão totalmente depredados. Balanças são improvisadas com pedaços de tábuas, a pista de skate é usada como escorregador, até mesmo para jogar bola nas quadras cobertas de grama e areia é preciso escorar as grades que estão caídas.

    As principais comunidades que tem acesso à praça são dos bairros Balneário São José, Céu Azul, Jardim Casa Grande, Jardim Guanabara e Parque Maria Fernandes, porém o número de pessoas que frequentam o local diminuiu desde que começou a crescer o número de moradores de rua e usuários de droga no local.

    Os grupos que utilizavam as quadras para fazer ginástica pela manhã já não existem mais e as pessoas que fazem caminhada vêm diminuindo, restando apenas os passos apressados de medo daqueles que precisam atravessar a praça para ir trabalhar e voltar para casa.

    Duas moradoras da comunidade, identificadas como Valéria e Helena, reclamam da falta de segurança, principalmente à noite, pois apesar da iluminação afirmam que os mendigos que estão na praça intimidam as pessoas que frequentam o local. Esses moradores de rua, que na maioria são usuários de drogas, estão abrigados na cobertura do CIEJA (Centro Integrado de Jovens e Adultos) de Parelheiros, situado em uma extremidade da praça.

    Tentando mudar
    Segundo Fátima Baptista, coordenadora desse centro educacional, a depredação da praça acontece, pois a comunidade não se reconhece nesse espaço, ela afirma que há pouco tempo recebeu na escola a visita do subprefeito de Parelheiros, Abílio Gomes, o qual ficou admirado em ver que apesar do prédio estar cercado de moradores de rua, no meio de um espaço totalmente destruído a escola esteja impecável, considerando-a um “verdadeiro oásis no meio do deserto”.

    Em entrevista para o Mural Brasil Fátima apresentou o projeto a ser desenvolvido com os alunos do CIEJA, no total serão cerca de 516 estudantes trabalhando ao longo do semestre dentro e fora da sala de aula buscando restaurar o valor desse espaço público para comunidade, vendo nas aulas de história o “conceito de praça”, em ciências e geografia a fauna e a flora que compõem o local e todas as vertentes ligadas para compreender e restaurar a Praça do Trabalhador.

    Em contato com o Departamento de Comunicação da subprefeitura de Parelheiros foi informado que em breve será firmado um termo de cooperação para tornar a área um importante centro de lazer, recreação e cultura para os moradores de Parelheiros e Capela do Socorro.

    Segundo informações obtidas com os organizadores do projeto, a primeira reunião oficial realizada entre a subprefeitura e a coordenação do CIEJA foi ao último dia 03/08. Enquanto se discute as diretrizes do trabalho a ser realizado, a praça permanece nas mesmas condições.

    • suevelincinti disse:

      Observação no início: A campanha eleitoral era para prefeito da CIDADE de São Paulo, e não do estado.

    • brunogarcez disse:

      Suevelin, seu texto está excelente. Você fez um belíssimo trabalho, uma bela apuração, ainda por cima acrescida das fotos. Meus parabéns. O vídeo também ficou bacana. Mas creio que você precisará enviar, por favor, ou em um novo formato ou baixá-lo para o Youtube e depois me mandar o link, porque não conseguir baixar o arquivo diretamente para o blog. Vou tentar novamente, de toda forma.

      Depois de campanhas eleitorais, praça em São Paulo parece esquecida. (Oi Suevelin, como se trata do título da reportagem, esse ponto final aqui não existe)

      Inaugurada em 2004 durante campanha eleitoral para prefeito do estado, a Praça do Trabalhador que antes era ponto de lazer, hoje com os brinquedos destruídos se tornou ponto de drogas e um lugar perigoso para os moradores da região de Parelheiros, no extremo sul da cidade de São Paulo.

      Com 11.000m² situada entre as avenidas Teotônio Vilela e Paulo Guilguer Reimberg, (aqui cabe uma vírgula) a praça é um importante ponto de referência dessa região; construída em frente ao Terminal Varginha, (é exatamente o mesmo caso aqui, de uso da vírgula, nesse daqui você utilizou certinho) cerca de 10 mil pessoas atravessam a praça para ir ao centro da cidade todos os dias. Apesar de sua boa localização geográfica, os moradores sentem como se o lugar estivesse abandonado pela subprefeitura.

      Após seis anos desde sua inauguração, (outra vírgulazinha aqui) já não existe nenhum brinquedo em condições de uso, todos estão totalmente depredados. Balanças são improvisadas com pedaços de tábuas, a pista de skate é usada como escorregador, até mesmo para jogar bola nas quadras cobertas de grama e areia é preciso escorar as grades que estão caídas.

      As principais comunidades que tem acesso à praça são dos bairros Balneário São José, Céu Azul, Jardim Casa Grande, Jardim Guanabara e Parque Maria Fernandes, porém o número de pessoas que frequentam o local diminuiu desde que começou a crescer o número de moradores de rua e usuários de droga no local.

      Os grupos que utilizavam as quadras para fazer ginástica pela manhã já não existem mais e as pessoas que fazem caminhada vêm diminuindo, restando apenas os passos apressados de medo daqueles que precisam atravessar a praça para ir trabalhar e voltar para casa.

      Duas moradoras da comunidade, identificadas como Valéria e Helena, reclamam da falta de segurança, principalmente à noite, pois apesar da iluminação afirmam que os mendigos que estão na praça intimidam as pessoas que frequentam o local. Esses moradores de rua, que na maioria são usuários de drogas, estão abrigados na cobertura do CIEJA (Centro Integrado de Jovens e Adultos) de Parelheiros, situado em uma extremidade da praça.

      Tentando mudar
      Segundo Fátima Baptista, coordenadora desse centro educacional, a depredação da praça acontece, pois a comunidade não se reconhece nesse espaço, ela afirma que há pouco tempo recebeu na escola a visita do subprefeito de Parelheiros, Abílio Gomes, o qual ficou admirado em ver que apesar do prédio estar cercado de moradores de rua, no meio de um espaço totalmente destruído a escola esteja impecável, considerando-a um “verdadeiro oásis no meio do deserto”.

      Em entrevista para o Mural Brasil, (outra vírgula aqui, pelos mesmos motivos apresentados antes) Fátima apresentou o projeto a ser desenvolvido com os alunos do CIEJA, no total serão cerca de 516 estudantes trabalhando ao longo do semestre dentro e fora da sala de aula buscando restaurar o valor desse espaço público para comunidade, vendo nas aulas de história o “conceito de praça”, em ciências e geografia a fauna e a flora que compõem o local e todas as vertentes ligadas para compreender e restaurar a Praça do Trabalhador.

      Em contato com o Departamento de Comunicação da subprefeitura de Parelheiros, foi informado que em breve será firmado um termo de cooperação para tornar a área um importante centro de lazer, recreação e cultura para os moradores de Parelheiros e Capela do Socorro.

      Segundo informações obtidas com os organizadores do projeto, a primeira reunião oficial realizada entre a subprefeitura e a coordenação do CIEJA foi ao último dia 03/08. Enquanto se discute as diretrizes do trabalho a ser realizado, a praça permanece nas mesmas condições.

  11. Suevelin Cinti disse:

    Para a produção desta reportagem…

    Primeiramente entrei em contato com a subprefeitura da região (Parelheiros) sendo transferida para inúmeros ramais que somente informavam que o órgão responsável havia mudado, até que no Departamento de Comunicação pediu que eu enviasse por e-mail as informações solicitadas. Passaram cerca de 15 dias para a resposta que não continha informações de utilidade;

    Também produzi um vídeo caseiro, com imagens da praça e entrevistas com moradores, os quais não quiseram passar sobrenome nem nada, a comunidade ‘tem medo de falar’;

    Como a própria reportagem fala, os moradores de rua intimidam as pessoas que frequentam a praça, tanto que em todas as vezes que fui filmar estive acompanhada por uma outra pessoa;

    Foi um tanto desafiador registrar imagens da praça. Um dia, pela manhã fui entrevistar algumas pessoas e acabei sendo seguida por uma moradora de rua que aparentava estar droga, mas enfim o resultado e confesso estar muito contente.

  12. Valesca Montenegro disse:

    Sarau da Ademar: A cultura que vem do povo
    “Na minha quebrada tem poesia, tem verso alegre, triste, de protesto, de amor, tem rap e rock and roll, tem samba, mpb, e tem até ator, mas o que mais tem…é gente que pensa junto… pra fazer um mundo diferente!”
    Grupo Sarau da Ademar
    “Fazer um mundo diferente!” Com certeza você já ouviu essa frase de amigos, familiares, colegas de trabalhos, etc. Ás vezes, elas soam como um sonho impossível, inatingível. Alguns de nós cometem erros ao dizer que não podemos ser agentes de transformação no ambiente em que estamos, e é justamente aí que nos enganamos. Andar pelos bairros da periferia, é descobrir coisas novas, rostos, olhares, arte nos muros, a arquitetura criada pelos moradores, um som diferente do pandeiro de uma criança, ou uma batida de rap que vem de um automóvel antigo o Opala. O que chama mais à atenção são as atitudes dos moradores. Essas, sim, são um dos motivos pelo qual me disponho a escrever as tantas histórias que se cruzam no dia-a-dia. A galera gosta de estar junto, conversar, cantar, dançar, mostrar o que sabe fazer. Isso já é uma mostra dos variados artistas da periferia.
    Você já pensou em fazer alguma iniciativa cultural no seu bairro? Que tal um sarau? É isso mesmo! Um sarau que as pessoas possam se encontrar pra se expressar, manifestar seus dons artísticos através de textos literários, interpretações teatrais, declamações de poemas e apresentações musicais. Surgirá um elo entre o eu interior e a palavra, além de novos relacionamentos sociais.
    Sarau da Ademar
    Pelas minhas andanças, descobri o “Sarau Ademar”: um grupo de incentivo á cultura dos bairros Pedreira e Cidade Ademar, ambos na região sul de São Paulo. O grupo, que completa dois anos de existência em setembro, se reúne uma vez por mês trabalhar questões referentes a comunidade como a “cultura na periferia” a “luta das mulheres”, entre outras, também convida os moradores para oficinas de teatro, poesia, reciclagem e trabalhos de leitura. No último dia 15, o encontro foi realizado, pela 1º vez no Espaço Ecoponto Cupecê, em parceria com a Subprefeitura de Cidade Ademar.
    Lidiane Oliveira Ramos, a “Lids” uma das idealizadoras do projeto destacou: ‘’O passo agora é firmar uma parceria cultural com a Subprefeitura, para que possamos utilizar um espaço todo mês. A ideia é interagir mais com o público e criar uma referência positiva na região’’.
    Os Ecopontos são pontos de entrega voluntária de Materiais Inservíveis (que não têm mais utilidade, como entulho de construção e objetos volumosos). Foi uma solução encontrada para acabar com o despejo desses materiais em vias públicas, nos córregos e na própria represa billings (a maior parte das casas da região é construída sobre mananciais) e terrenos baldios, que geram problemas de enchentes, afetam a saúde pública, etc.
    As apresentações do grupo são únicas. Nesse último sarau o folclore brasileiro foi representado e figuras como a Emília do Sítio do Pica Pau Amarelo, de Monteiro Lobato, marcaram presença.
    Isso é fazer um mundo diferente! São pequenas ações que incentivam a comunidade a não desacreditar na cultura, e, principalmente, na vivência em comunidade. É, na minha quebrada também tem cultura! E na sua?

  13. Marta Barbosa dos Santos disse:

    Prefeitura mantém programa de doação de alimentos

    O Banco de Alimentos arrecada e distribui doações em São Paulo

    A Prefeitura de São Paulo, em parceria com a Supervisão Geral de Abastecimento e o Conselho Municipal de Assistência Social, o COMAS, mantém um “Banco de Alimentos” na cidade. O programa tem como objetivo arrecadar alimentos de pessoas e empresas, para distribuir às entidades assistenciais cadastradas.
    As doações podem ser entregues diretamente na sede do programa, que fica na Rua Gastão Madeira, nº 150, Vila Maria, ou podem ser retiradas em local indicado pelo próprio doador. As ofertas podem ser feitas a qualquer momento, são aceitos todos os tipos de alimentos e bebidas não alcoólicas, desde que estejam em boas condições para o consumo.
    O cadastro das entidades beneficiadas pelo Banco de Alimentos é feito com o preenchimento de uma ficha disponível no site http://www.prefeitura.sp.gov.br/abastecimento/bancodealimentos e a apresentação de documentos lá especificados. Além disso, a entidade deve estabelecer projetos de cidadania, seja esportivo, cultural ou de alfabetização.
    Os doadores podem ser pessoas física ou jurídica, tais como, indústrias, estabelecimentos comerciais, distribuidoras, cozinhas industriais, restaurante comerciais ou coletivos, mercados, feiras, sacolões, instituições e órgãos públicos ou privados, entidades não-governamentais e outros.
    A Associação Aliança de Misericórdia é uma das instituições atendidas pelo programa, ela está presente em todo o Brasil, com 36 unidades, além de uma na Itália e em Portugal. Realiza trabalhos de reintegração social, escolar, profissional e familiar para a população carente. A Associação conta com funcionários, missionários e voluntários e é dirigida pelos padres Antonello Cadeddu e João Henrique Porcu.
    Cristiane Alves, responsável pelo atendimento ao público e recolhimento das doações, diz que as “doações vindas da Prefeitura mantêm uma das creches em bom funcionamento, fornecendo alimentação às crianças”. São realizados quase mil atendimentos por dia, em quatro Centros de Assistência à População em Situação de Rua, um Centro de Apoio à Família, 23 casas de acolhida e três creches, que juntas abrigam 340 crianças diariamente.

    “Bastidores”: As informações sobre o Banco de Alimentos da Prefeitura foram fáceis de achar, uma breve pesquisa na internet me forneceu a maior parte do material que precisava, porém eu ainda queria colocar na matéria uma instituição que recebesse esses alimentos e divulgar o seu trabalho.
    Uma semana antes das aulas do Projeto Mural acabarem, fui ao escritório da Associação Aliança de Misericórdia, onde me receberam com muito carinho, fornecendo vários dados da instituição. Consegui, também, o telefone das creches que a Aliança de Misericórdia mantém, liguei várias vezes, tentando conseguir permissão para publicar, nesta matéria, fotos de lá, no entanto a pessoa responsável por essa área estava de férias, então me recomendaram mandar um e-mail que seria encaminhado para ela.
    Mandei o e-mail na última semana de aula do Mural e até hoje, infelizmente, não tive resposta, por isso decidi tirar apenas uma foto que ilustrasse a arrecadação de alimentos, deixando a ideia de mostrar o trabalho da instituição, quem sabe, em outra matéria.

  14. Valesca Montenegro disse:

    Oi Bruno!

    Segue uma “Provocação” a proposta de um candidato ao governo de São Paulo.

    Quando a política sugere a Arte

    Por Valesca Montenegro e Gustavo Lima

    O Candidato ao governo do estado de São Paulo anuncia que, se eleito, criará o museu do Hip Hop. Será que é isso que nossas comunidades precisam?

    Em época de eleições, os candidatos vagam pelas ruas, distribuem brinquedos, ouvem as mazelas da comunidade e, principalmente, constroem sonhos através das promessas. No dia 15 de maio, no centro de São Paulo, o candidato do PT ao governo estadual Aloizio Mercadante, encontrou-se com jovens da Educafro (Educação e Cidadania de Afro-descendentes e Carentes). A Educafro é uma entidade do movimento negro, sem fins lucrativos que luta por justiça e igualdade sociais, através da rede de cursinhos pré-vestibulares comunitários, cuja finalidade é incluir esse grupo nas universidades públicas e particulares. No discurso, o candidato propôs a criação do museu do Hip Hop e reconheceu a importância cultural que vem dos bairros populares. “É preciso colocar o Hip Hop no centro da discussão e da reflexão da cultura em nosso Estado. Esse é um compromisso que eu quero assumir.” A proposta causou discussão, muitos jovens como Micaela Sales se perguntaram: “E ele lá sabe o que é o Hip Hop?”

    É a Vida que vem de dentro!

    As nossas comunidades são muito vivas. Nos finais de semana acontecem diversos movimentos ao mesmo tempo: Algumas mulheres batem papo nos portões, outras colorem os cabelos, ou esticam o pescoço acima do murinho para olhar o “movimento” da rua. As crianças soltam pipas, jogam futebol. Os homens vão jogar bilhar no “bar do seu Zé” quando não disputam uma “pelada” no campinho do bairro. Mas o que chama mais à atenção, é que essas imagens têm trilha sonora. Você já parou para pensar que sempre tem um som rolando? Alguém dançando, ou cantando. No princípio, você não sabe bem o que é, mas é possível sentir no próprio corpo esse ritmo. Sim, senhores, nós lhes apresentamos o Hip Hop, ou melhor, a cultura Hip Hop. Ela é composta pelo rap, (ritmo e poesia, é a expressão musical-verbal), graffiti (arte plástica, desenhos coloridos, é o meio de comunicação) e o break (dança de rua).

    Breve histórico

    A cultura surgiu por volta da década de 70, nos subúrbios negros e latinos de Nova Iorque. Tais bairros enfrentavam problemas de ordem social como pobreza, violência, racismo, tráfico de drogas, carência de infra-estrutura e de educação. No Brasil, 40 anos depois, a história se repete. Nossas comunidades enfrentam os mesmos problemas e, como os jovens daquela época, os atuais encontram nas ruas, espaços de lazer para divulgar essas diferentes manifestações artísticas de se fazer música, dança, poesia e pintura, que exteriorizam seus sentimentos, angústias e alegrias.

    Um sonho, ou mais uma ilusão?

    Mercadante sabe a força que o movimento Hip Hop tem para mobilizar a juventude na produção cultural da cidade. Mas isso não é o suficiente. Em entrevista à rádio CBN o candidato afirmou que “deve ser feita uma política de inclusão social. O que mais gostei aqui, foi ter proposto o museu do Hip Hop, pois vai mobilizar essa juventude da periferia pra ter espaços de cultura que ela não têm tido no estado de São Paulo.”
    Criar um museu que difunda a cultura Hip Hop será, sem dúvida, uma forma de apoiar os muitos pensamentos de mudança, já que este estilo artístico é conhecido por falar, de forma rimada, a realidade vivida por muitas pessoas nas comunidades periféricas. Mais que isso, será também o reconhecimento deste movimento como arte.
    Promessas em época eleitoral são feitas com muita facilidade, o problema está em cumpri-las depois de assumir um cargo político. Agora, vale pensar: será que criar um museu é a melhor saída para “alcançar” a população carente? Achamos que a solução poderia ser mais simples e barata: atender às reivindicações de importância social presentes, nas letras rimadas.

  15. Valesca Montenegro disse:

    5x favela – agora por nós mesmos!

    “Você já viu a favela dos bandidos, você já viu a favela dos policiais. Agora você vai ver a favela dos moradores”

    No dia 27 de agosto, os cinemas brasileiros renderam-se a uma obra cinematográfica vinda da periferia. 5x favela – Agora por nós mesmos, um filme dirigido coletivamente por novos cineastas, com a produção de Carlos Diegues e Renata de Almeida Magalhães. O longa-metragem, uma segunda versão para o primeiro “Cinco vezes favela”, lançado em 1961, nasce com cinco enredos diferentes, porém com a mesma essência: as várias realidades da vida em uma comunidade. O filme é resultado do trabalho de oficinas de roteiro, direção, produção, fotografia, arte, edição, finalização e interpretação, com o objetivo de preparar tecnicamente jovens cineastas para a realização de filmes. O trabalho foi desenvolvido nas comunidades cariocas: CUFA (Cidade de Deus), Nós do Morro (Vidigal), Observatório de Favelas (Complexo da Maré), AfroReggae (Parada de Lucas) e Cidadela/Cinemaneiro (sede na Lapa, reunindo moradores de comunidades da Linha Amarela).
    O filme aborda questões sociais e levanta argumentos de realidades de um país contraditório por natureza, como em uma das histórias de Fonte de renda, em que um personagem diz: “Venho de um lugar onde o certo e o errado se misturam”.Os demais enredos: Arroz com feijão, Concerto para violino, Deixa voar e Acende a luz retratam as alegrias, tristezas e, principalmente, a Vida, vindas das comunidades. Os episódios renderam aos seus diretores prêmios como: Margarida de Prata 2010 no Festival de Gramado – RS, e Sete Meninas de Ouro no Festival de Paulínia, incluindo o de melhor filme para o júri oficial e para o júri popular.

    Cinco vezes favela e o cinema novo

    Na década de 60 surgia o Cinema Novo no nosso país. “Com uma câmera na mão e algumas ideias na cabeça” jovens realizavam filmes que contavam o dia a dia e as histórias do povo brasileiro, fazendo o contrário dos estúdios americano e europeu, que adotavam estéticas de cinema tradicionais na época.
    Nesse contexto, surgiram cinco jovens cineastas, participantes do movimento estudantil universitário de onde surgiu o filme “Cinco Vezes Favela” dirigido por Carlos Diegues, Joaquim Pedro de Andrade, Leon Hirszman, Marcos Farias e Miguel Borges. Produzido pelo Centro Popular de Cultura da União Nacional dos Estudantes (UNE), o filme se tornou um marco do cinema moderno brasileiro.

    Agora por nós mesmos!

    “Se tem alguém que pode falar de favela é quem mora lá”
    Márcio Vito – ator

    O longa faz com que as comunidades se vejam retratadas para que valorizem suas experiências de vida. 5x favela é a prova de que também há cultura nas comunidades. Apesar das dificuldades, não ficaram fora do roteiro algumas cenas cruéis, porém reais, e outras singelas.
    Um filme com produção e roteiros nada primitivos faz-nos valorizar mais o cinema nacional, principalmente os que têm histórias vindas da periferia, quebrando o estereótipo de pobreza, e só violência, encontradas em algumas favelas cariocas, que foram expostas para o mundo em outros filmes brasileiros.
    Cada vez mais estas histórias devem ganhar espaço entre as produções “hollywoodianas”. Assim esperamos!
    Vale a pena conferir!

    Link trailer: http://www.youtube.com/watch?v=UIM-BIBeclk&feature=player_embedded

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