Alunos do Mural

Valesca Montenegro

“Sou estudante do 8º semestre de jornalismo da Unip – Universidade Paulista, como bolsista de iniciação científica, na qual desenvolvo uma pesquisa sobre a construção do humor em revistas ilustradas, do início da década de 20. Estudo francês há três anos. Moro no Jardim Pedreira (zona sul de São Paulo). O mural é uma oportunidade de mostrar ao mundo que nas comunidades não existem só coisas negativas, mas histórias que merecem destaque, têm fundamento e, infelizmente, não têm espaço na grande mídia. Para mim, o jornalismo cidadão dá visibilidade às iniciativas populares, fatos e histórias que vêm de dentro, sem filtro algum. Escolhi ser jornalista não apenas para informar notícias, mas para tentar formar cidadãos conscientes de seus direitos e deveres, para que possam ser protagonistas das mudanças que esperam. Não acredito que só  estatísticas, possam mudar alguma coisa. O importante é ver como os dados da realidade são recolhidos pela população e de que forma podem gerar atitudes de cidadania. Atualmente faço estágio na redação de uma revista católica chamada “Mundo e Missão”, onde também existe um projeto missionário além-fronteiras. Acompanho um grupo de adolescentes do meu bairro, e, às vezes participo de algumas audiências públicas da subprefeitura de onde moro”.                                                                                           Valesca Montenegro

Rafael Gonçalves

Rafael Gonçalves

“Meu nome é Rafael Gonçalves, tenho 19 anos e moro na cidade de Vargem Grande Paulista, São Paulo. Atualmente estou no segundo ano de Jornalismo na Universidade Anhembi Morumbi. Trabalho na área de Comunicação Corporativa de uma multinacional francesa, chamada Sanofi-Aventis Comercial e Logística Ltda.”

Rafael Gonçalves

“Chapeu, nascido em 1981, foi batizado como Uilian da Silva Santos e cresceu em Ermelino Matarazzo. Em 95, conheceu o Hip Hop e desde 1998 atua como voluntário na sua comunidade como protagonista cultural.

Uilian da Silva Santos, o Chapeu

Dentro de uma escola pública, instalou uma rádio comunitaria, em 2004, que durou 3 anos. Coordenou o maior encontro cultural do bairro, que reuniu 130 interlocutores culturais com mais de 45 atividades em um único fim de semana, com atividades totalmete gratuitas nas áreas de teatro, música, artes visuais, dança, oficinas, Hip Hop e outros. Foi coordenador do grupo Rádio Filó de 2001 a 2010 –  um grupo que leva a linguagem de rádio a centenas de jovens, com oficinas diversas.”

Uilian da Silva Santos = Chapeu

Pamela Alexandre

“Meu nome é Pamela Alexandre, tenho 22 anos, curso o último de Jornalismo na Universidade Paulista (UNIP) e sou moradora do bairro do Capão Redondo, na zona sul da cidade São Paulo. O interesse pelo jornalismo surgiu logo na infância, quando ensaiava entrevistas com parentes e passava horas lendo todo tipo de coisa, revistas, livros e jornais de bairro. Já na adolescência, percebi o quanto é difícil morar em regiões afastadas dos grandes centros. Acabei descobrindo que o termo “periferia” não se delimita apenas a questões geográficas, mas deriva também muito preconceito, negligência e hipocrisia. O projeto Mural me permitiu aprender a olhar para dentro, a valorizar diferentes aspectos da minha região e a ser um vetor dessas informações. Hoje, aprendi que a “periferia nossa de cada dia” também pode e deve ser notícia.”

Pamela Alexandre

Luciana Sales

“Jornalista formada pela Universidade São Judas Tadeu e Pós-Graduada em Jornalismo Especializado: Cultura, Política e Economia pela FMU. Moro no bairro da Freguesia Do Ó, zona norte de São Paulo. Atualmente estou atuando como freelancer em sites e enquanto não arrumo um trabalho fixo procuro fazer cursos e assistir a palestras na área jornalística. Meu objetivo é atuar em minha área, seja em jornal impresso, televisão ou assessoria de imprensa.” Luciana Sales

Telma Amorim

“Sou Telma Amorim, 18 anos, moro na Vila Rubi (Zona Sul de São Paulo). Trabalho como telefonista, conclui o ensino médio ano passado, ainda não estou cursando o ensino superior, mas pretendo seguir a carreira de jornalista.”

Telma Amorim

Vivian Leite Ito

“O meu nome é Vivian Ito, tenho 21 anos e sou estudante de jornalismo da PUC-SP. Moro na Aclimação e me interesso em projetos de jornalismo cidadão, atualmente não estou trabalhando, mas costumo participar de cursos do Oboré, projetos especiais em comunicação e artes, e na ONG Sonhar Acordado.”

Vivian Leite Ito

Suevelin Cinti

“Me chamo Suevelin Cintia dos Santos, 19 anos, sou moradora da região de Parelheiros no extremo sul da cidade de São Paulo. Minha formação como jovem comunicadora inclui grande experiência com teatro, canto, leitura e escrita; o contato com a arte e suas várias formas de comunicação constitui necessariamente o que sou. Hoje, cursando jornalismo na Universidade Paulista através de uma bolsa de estudos, e por gostar muito de escrever, busco parcerias em projetos na área da comunicação impressa. O jornalismo, de uma forma ou de outra é a nossa construção da realidade, e nada mais que justo e importante é ter o olhar de dentro pra fora daquilo que se esconde nos extremos das periferias, comunidades que não só por problemas ou falhas devem ser vistas, mas como contraste e essência que compõe nossa sociedade.Suevelin Cintia dos Santos =     Suevelin Cinti

Cacau Ras

“Sou Carlos, produtor Audiovisual (Free-lancer), Radialista pela UNIBAN-SP, aluno do curso de extensão universitária em literatura e cinema da Fundação Memorial da América Latina (CBEAL) e membro do grupo  de estudos de politicas públicas e sociais na USP Leste,  região onde moro desde que nasci, no Itaim Paulista, extremo leste de  S.P., há exatos 32 anos. Nasci e cresci na periferia, desde cedo muito ligado à música e à agitação cultural , Atualmente desenvolvo um Projeto Multimidia em Radio e Televisão em diferentes partes de São Paulo.” Carlos Santana = Cacau Ras

Marta Barbosa dos Santos

“Sou estudante do segundo semestre de jornalismo da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, a PUC-SP e bolsista integral do ProUni. Moro na Bela Vista, região central de São Paulo. Além da faculdade, procuro cursos ou palestras que envolvam o jornalismo e comunicação em geral, assim como o ProjetoMural e estou começando um curso de inglês no Senac. Minha meta profissional é trabalhar com o jornal impresso, principalmente nas áreas de esporte e cultura.”

Marta Barbosa dos Santos

marta.bsantos@bol.com.br

@Marta_Barbosa

Elisângela Fernandes


“Sou jornalista formada pela PUC-SP, aluna do curso de Ciências Sociais na USP. Morei por 25 anos do Itaim e São Miguel Pta, ambos na zona leste. Tenho grande interesse pela cobertura da imprensa na periferia, tanto que esse foi o tema do meu trabalho de conclusão de curso, um livro reportagem que busca fazer uma cartografia da cobertura em São Paulo, feita pelos jornais Folha de S. Paulo e O Estado de S. Paulo. Trabalhei na cobertura de políticas educacionais por dois anos em uma ONG e hoje sou assessora de imprensa do canal digital Univesp TV, da Fundação Padre Anchieta. Acho interessante a proposta do Mural, pois vai além da crítica da grande mídia, e pode contribuir para a maior divulgação das demandas da periferia e com isso dar visibilidade às políticas públicas que são necessárias para melhorar a qualidade de vida de milhões de pessoas.”

Elisângela Fernandes

elis0605@gmail.com

@Eliso605

Cláudia Pereira

“Sou estudante do sétimo semestre do curso de jornalismo da Universidade Paulista, UNIP. Moro na Chácara Santo Antonio, zona sul de São Paulo. Trabalho como assistente de produção na Produtora Católica- Associação Propagadora Soverdi – Verbo Filmes, no qual a mesma me concedeu uma bolsa parcial para graduação de jornalismo. Atualmente, estou produzindo um documentário para o trabalho de conclusão de curso, cujo tema é Sustentabilidade Ambiental. Desde cedo, fui engajada nos movimentos sociais, onde despertou o meu interesse em atuar no campo do jornalismo em defesa da cidadania e do meio ambiente.” Cláudia Pereira

Tenho 22 anos, moro no Parque Residencial Cocaia, bairro localizado no extremo sulda capital paulista. Curso o último ano de jornalismo na Universidade Paulista – UNIP, onde desenvolvo também uma pesquisa científica sobre jornalismo comunitário.

Gustavo Lima

Gustavo Lima

Colaborar com o Mural Brasil é sem dúvida uma grande oportunidade, tanto para aprender, quanto para contribuir na produção de material jornalístico que seja interessante para minha comunidade.
Quando o leitor tem acesso à matérias que abordam temas importantes do cotidiano de sua comunidade, ele se sente representado, além disso, o conteúdo dessas reportagens deve estimulá-lo a ser um membro transformador do meio em que vive.

Quando essa transformação ocorre, podemos identificar um veículo comunitário de sucesso. Vejo essa característica no conteúdo veiculado aqui no Mural Brasil, temas relevantes que buscam promover mudança na sociedade.

Gustavo Lima

gustavol@buscape-inc.com

@font-face { font-family: “Times”; }@font-face { font-family: “Cambria”; }p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal { margin: 0cm 0cm 0.0001pt; font-size: 12pt; font-family: “Times New Roman”; }div.Section1 { page: Section1; }

Dalton Assis

Meu nome é Dalton Assis, tenho 23 anos, sou estudante do 2°ano de jornalismo da Universidade Paulista (UNIP). Moro no bairro do Capão Redondo, zona sul de São Paulo. A paixão pelo jornalismo surgiu há 5 anos, quando,  sem recursos para começar uma faculdade, saía com apenas  papel e caneta às ruas fazer minhas próprias matérias e assim criar o meu estilo de fazer jornalismo. O tempo passou e hoje após fazer o projeto Mural, pude ter uma visão mais social e interesse sobre minha comunidade. A periferia tem muito a oferecer com suas associações e projetos sociais que transformam vidas.  Eu sou prova viva disso. E é por isso que notícias como essas devem ter mais espaço na mídia, pois não e só as drogas e a violência que fazem o meu Capão Redondo.

Dalton Assis

dalton.assis@yahoo.com.br

@daltonassis    twitter

Patrícia Carvalho

Patrícia Carvalho

Patrícia Carvalho é uma estudante de Jornalismo de 18 anos. Estuda na PUC-SP e, apesar do clima de classe média-alta da universidade, continua acreditando em suas origens. Mora em Embu das Artes, região metropolitana de São Paulo e se interessou pelo projeto, a princípio, por causa de sua inclinação para o jornalismo cidadão e suas vertentes. Patrícia é um tanto sonhadora e acredita no poder de sua profissão para, se não mudar, alertar o mundo. Mas não se engane por sua aparência delicada: trata-se, na verdade, de uma leoa. É muito decidida e costuma testar seus limites a cada instante. Siga a Patrícia no Twitter! @_paty_carvalho (por Ana Paula de Araujo)

Leonardo “tio” Brito Sempre achei que o jornalismo é que deveria estudar o Leonardo. Dono de uma postura agressivamente reacionária, Leonardo, filho da zona sul de São Paulo não poderia fazer coisa diferente que não fosse Jornalismo Comunitário. Nasceu e cresceu numa comunidade que precisava se auto-sustentar. Teve que se virar sozinho, e com dia de vida, já era o homem da casa. Homem! Tá ai uma característica que lhe cabe bem. Ser sujeito é fácil, ser homem requer habilidades básicas que poucos sujeitos possuem.Pensou em fazer exatas, mas por ser demasiadamente humano, voltou para o jornalismo toda a responsabilidade de ter cidadão. Coitado do jornalismo. Vai ter que ralar muito pra agüentar a bronca. Coitado do papel no qual esse mano for escrever. Coitado do ouvido que for escutar os manifestos desse cara. Coitado de quem estiver no caminho de sua favela. Homem-cidadão, ativo morador da cidade que não para, Leonardo é isso ai. Um truta, um mano, um tio, um brow, um malandro, um malaco, um homem do jornalismo.  (por Juliana Torres)

@misterbrito
leo2504@gmail.com
www.sociedadeinvisivel.wordpress.com

<b>Juliana Torres<b>
A Juliana Torres nasceu e sua primeira palavra foi “jornal”. Gosta MUITO de cinema, poesia, e rock. Acredita no jornalismo cidadão porque quer ajudar as pessoas através de informação e cultura, inclusive no bairro que mora, o Capão Redondo. Recentemente produziu o Taboão Rock Fest (festival de música independente). Sonha em ser correspondente de guerra e poder ajudar refugiados. Estuda jornalismo na Fiam e trabalha no Catraca Livre..É culta, determinada, decidida, inteligente e bonita. (Por Mayara Penina)
@julianakiddo

<b>Mayara Penina</b>Mayara Penina, moradora da favela de Paraisópolis, tem 20 anos de pura sabedoria, estudante de jornalismo na Faculdade FIAM, pois esse sempre foi o seu sonho, transmitir a informação para aqueles que precisam de maneira direta e fácil entendimento. Seu futuro no jornalismo com certeza será promissor, pois quer está envolvida com cultura, que engrandece e acrescenta na vida de qualquer ser humano. Menina mulher determinada, engajada, informada, astuta, carismática, amorosa, fraterna e esperançosa de que o futuro pertence a ela junto com um pouquinho de todos mundo. Decidiu sem pestanejar estar no Mural Brasil para acrescentar e informar tudo que Paraisópolis tem para oferecer e realizar.(Por Leonardo Brito)@emayara
mayara_2@hotmail.com
www.sociedadeinvisivel.wordpress.com

Ana Paula de Araujo

Ana Paula de Araujo, estudante da PUC-SP, inteligente e determinada, para os amigos esta é a nossa @Anaabanana.

Assídua usuária do Twitter, Ana parece fugir do óbvio tanto em sua personalidade quanto em sua visão de mundo. Mesmo antes de concluir sua formação já podemos considerá-la uma jornalista. Afinal a profissão esta no espírito, na pessoa, na gana pelo conhecimento. E sua aspiração pelo conhecimento é clara a qualquer um que a conheça.

Para alguém como Ana, que cresceu diante da desigualdade, que luta com bravura por seus objetivos, o interesse por temas que envolvam a realidade do país, para além do que a minoria quer saber – assim como é o caso do projeto Mural Brasil -, aflora naturalmente. (por Patrícia Carvalho)

<b>Valéria Vieira</b>

Valéria Vieira , 23 anos, mora há 23 anos no bairro Vila Verde em Itaquera. Formada em Comunicação Social – Jornalismo pela PUC – SP em 2009, bolsista pelo Pro Uni. Valéria se interessou pela oficina de jornalismo cidadão por não encontrar nas grandes mídias notícias sobre a comunidade periférica. A oficina proporciona a troca de experiências entre jovens com os mesmos interesses e histórias parecidas.

Valéria acha um absurdo o fato de que a periferia apenas seja retratada pelas mídias como palco de violência, uso indiscriminado de drogas e tráfico, população carente que precisa de programas assistenciais.

Contatos:

valchijostimo@hotmail.com (msn e facebook)

por Daniela Araujo

<b> DAniela Araujo</b>

Daniela Araújo, 24 anos, é formada em Publicidade e Propaganda pela Anhanguera. Desenvolve trabalhos multimídia e está envolvida com o Hip Hop, mais especificamente o graffiti. Promove encontros de graffiti em escolas estaduais das periferias de São Paulo, como o encontro realizado em 2009 na comunidade de Heliópolis com mulheres grafiteiras.

Atualmente está com um projeto, o de reunir grafiteiros de diversas regiões do Brasil para pintar uma escola no Grajaú, em processo de aprovação pelo Ministério da Cultura de São Paulo. Além disso, está desenvolvendo um vídeo documentário sobre o bairro.

O interesse pela oficina Mural surgiu pela possibilidade de troca de experiência e discussão sobre a precariedade que as grandes mídias retratam a periferia e como podemos mudar esse quadro.

Contatos:

Twitter: @danidollskt

www.graffitidemeninas.wordpress.com

fotolog.com/dollfordoll

email: graffitidemeninas@gmail.com

por: Valéria Vieira

Leandro Machado escreve sobre Karol Coelho

Enquanto alguns vão de salada, Karol Coelho pede uma gigante “mini feijoada”. Come tudo, tudo, e, depois, encara um enorme lance de escada: cinco andares!

Karol é assim: não escolhe coisas fáceis. Aos 16 anos quis ser psicóloga para ajudar moradores de rua. “Eu queria construir uma mansão para abrigar os mendigos”, diz.

Dois anos depois, ao fazer uma oficina de jornalismo no Projeto Arrastão, mudou de ideia. Escolheu o nobre ofício de contar histórias.

Hoje, constrói uma mansão chamada Escola de Notícias, projeto social que aborda a forma como a comunicação pode representar seu bairro, o Campo Limpo.

Cursando o primeiro ano na Universidade São Judas Tadeu, Karol não é só jornalista. É sonhadora, como todo jovem. Mas, para ela, a juventude é eterna. Os sonhos não envelhecem, como diz o poeta.

A obra não para nunca!

Sigam! @karolcoelho_

www.escoladenoticias.org

Daniela Araújo

Daniela Araújo, 24 anos, é formada em Publicidade e Propaganda pela Anhanguera. Desenvolve trabalhos multimídia e está envolvida com o Hip Hop, mais especificamente o graffiti. Promove encontros de graffiti em escolas estaduais das periferias de São Paulo, como o encontro realizado em 2009 na comunidade de Heliópolis com mulheres grafiteiras.

Atualmente está com um projeto, o de reunir grafiteiros de diversas regiões do Brasil para pintar uma escola no Grajaú, em processo de aprovação pelo Ministério da Cultura de São Paulo. Além disso, está desenvolvendo um vídeo documentário sobre o bairro.

O interesse pela oficina Mural surgiu pela possibilidade de troca de experiência e discussão sobre a precariedade que as grandes mídias retratam a periferia e como podemos mudar esse quadro. (por Valéria Vieira)

Ana Paula Mendes

Ela pensou em ser advogada, mas trancou o curso de Direito, justamente pelo senso de justiça que sempre teve, ao considerar que as leis são injustas… Então, embarcou no Jornalismo.
Ela é Ana Paula Mendes. Tem 25 anos de labuta nessa sociedade de contrastes. Cursa o 3º ano do curso de Jornalismo, na FAPCOM. Mora há 1 ano e meio no Jardim São Luiz, Zona Sul de São Paulo com o marido Carlos Eduardo.
A futura ex-advogada e aspirante à jornalista pretende dar voz às histórias de tantas pessoas, principalmente as de zonas periféricas, na busca de contribuir através da profissão no propósito de ajudá-las a conhecerem seus direitos e deveres por meio da informação.
O curso “Mural Brasil”, mais do que a oportunidade de conhecer novas pessoas e vivenciar outras experiências de fora da sua realidade, é encontrar outros “correspondentes” que como ela, instigam e vestem a camisa para a contribuição e a formação de uma sociedade mais justa e melhor.

Acompanhe o blog de Ana Paula: http://anapmendes.wordpress.com/
Sigam-na no twitter: @anamsiqueira
(por Vagner de Alencar)

Tenho certeza de que ele não entrou no jornalismo por acaso. Talvez, na hora de escolher a profissão, tenha tido lá as suas dúvidas, mas talento não é uma coisa que se pode desperdiçar. E isso ele tem bastante. Com um texto sensível e uma percepção apurada, é capaz de passar emoção através das palavras. Nem todo o jornalista é capaz de fazer isso.

Leandro Vieira

Leandro Vieira se formou no ano passado e se interessou pela oficina do Mural Brasil porque queria conhecer pessoas de outras periferias e saber mais sobre o jornalismo comunitário. Viu no curso uma forma de conhecer pessoas que gostam de jornalismo e, principalmente, sentem paixão em contar histórias.

Na certa, ele se identificou com o curso. Desde o primeiro momento propôs boas ideias e quis que as coisas acontecessem. Parece ter um perfil observador, mas conversa bastante e mostra saber de tudo um pouco. Era repórter freelancer da revista Piauí, mas atualmente não está trabalhando. Gosta muito de jornalismo literário e não fez faculdade para trabalhar na TV, o que ele gosta mesmo, é de escrever. Pretende desenvolver alguns trabalhos na internet, ou até mesmo no rádio. O importante para ele é o texto, o mundo descrito em palavras. (por Luana Pequeno)

Karol Coelho apresenta (tchan, tchan, tcharam…) Leandro Machado!

Quem vê esse menino sentado, quietinho, só observando, não imagina o que passa em sua cabeça – na verdade, quem vê qualquer pessoa não imagina o que se passa em sua cabeça, mas… (rs)
Com 21 anos, Leandro, morador da Cidade de Ferraz de Vasconcelos, extremo Leste de Sampa, está para terminar o curso de Jornalismo na Universidade São Judas Tadeu. Quase jornalista? Opa! Lembre-se: não precisa mais de diploma! Não só por isso. Já pode ser chamado de jornalista, porque com textos leves e com uma narrativa envolvente já consegue escrever boas crônicas e ao se tratar de texto jornalístico sério – não que o literário não seja – ele também mostra seu talento.
Fez estágio na Assessoria de Imprensa do SESC Vila Mariana durante dois anos e há um ano colabora para o site “Jornalirismo”. Também tem um blog, não diário, chamado “Verbâmidas” – onde posta crônicas, contos, pensamentos soltos – e o “Neurolistas” – criado há três anos e meio com dois colegas de faculdade. Sonha em trabalhar na Folha de S. Paulo, mais especificamente na Ilustrada. O que não é impossível.
Se você perguntar pra ele por que escolheu o jornalismo ele faz bico de “não sei” e depois responde que não se imaginava fazendo outra coisa além de escrever.
Sigam ele! Twitter: @machadoleandro
(por Karol Coelho)

Vagner de Alencar

Da zona rural da Bahia para na imensidão de São Paulo – esse é o Vagner de Alencar, 23 anos, estudante de jornalismo na Universidade Presbiteriana Mackenzie. O primeiro da sua família a cursar ensino superior, espera contribuir com a sociedade através da informação.
Bolsista da faculdade e Trabalho de Iniciação Científica, Vagner é um grande exemplo de “gente” que deu certo da periferia. E por isso, o intuito de participar do “Mural Brasil”. Mais que aprendizagem, sua história traz consigo o próprio exemplo da periferia e através do projeto, dar voz aos que não tem voz na grande mídia.

Blog: http://vidaemcronicas.blogspot.com/
Twitter: @vagnerdealencar
(por Ana Mendes)

Jéssica Moreira, a Gê – jornalista e poetisa – por Cleber

Jéssica Moreira ou apenas Gê, como prefere ser chamada, é inquieta e sorridente. Começou a ler aos seis anos. Não dava bola para televisão. Viajava no mundo das palavras e queria reportar tudo que via. Na escola, descobriu a diferença entre os substantivo concretos e abstratos, se encantou. Ganhou um concurso de poesias e sua primeira publicação. Terminou a escola determinada a ingressar em um curso de Letras. Não passou. Sofreu, mas não desistiu de correr atrás.

Entrou pelo Prouni no curso de Relações Públicas, mas seus professores já viam que o talento para a escrita e a comunicação. Mudou para o Jornalismo e agora faz parte do projeto repórter aprendiz. Jéssica adora se engajar em projetos culturais. Faz textos para o teatro da sua comunidade e quer torná-la conhecida em todo o Brasil.Tem o blog “bilhetesaoluar”, onde extravasa livremente toda a sua poesia.

Acredita que a comunicação não pode ficar nas mãos de apenas cerca de 20 famílias, por benefício dos leitores, limitados pela ótica dos detentores da comunicação.

Quis fazer parte do Mural Brasil por perceber algo inédito e muito interessante na iniciativa de um jornalista internacional quer falar sob o olhar dos jovens suas comunidades periféricas, reveladas com tão pouco interesse ou de forma preconceituosa pela grande mídia nacional. Achou a vivência incrível!

Twitter: gegis00
Blog: http://bilhetesaoluar.blogspot.com (por Cleber Arruda)

“Sinto-me nascido eternamente para a eterna novidade do mundo”. Essa frase, de Fernando Pessoa, casa-se bem com o espontâneo e curioso Cleber Arruda, ou Clebinho, como assim é chamado. Um homem de 29 anos que já morou em São Paulo, Ceará e Rondônia e que hoje atua como redator do Jornal Mais. Essas diferenças culturais fizeram com que Cleber se adaptasse às mais variadas culturas e mais que isso, tivesse vontade de falar sobre elas. Além disso, já fez “mochilão” por quase toda a América Latina, e não se cansa nunca de conhecer novas culturas.
Assim, aos 18 anos, tornou-se Office Boy do Jornal Valor Econômico, onde nasceu a vontade de ser jornalista. Ganhou uma bolsa na Universidade Anhembi Morumbi e em 2009 concluiu o curso.
Insatisfeito com o jornalismo da chamada “grande mídia”, que nada mostra das periferias por onde passou é que Cleber migrou para o jornalismo popular, pois viu neste tipo de jornalismo um modo de exercer sua cidadania. Já atuando no Jornal Mais, na Editoria de Cidades, Cleber se interessou muito pelo projeto Mural, pois viu nesse projeto uma grande utilidade pública, pois poderia exercer seu grande sonho como jornalista – oferecer utilidade para as pessoas.

twitter: @cleberarruda      (por Jéssica Moreira)

Giselle Vergna

“Uma mulher libertária com sede de viver”

Roqueira declarada e blogueira desde 2003, Giselle Vergna, a Gi é natural de São Paulo, mais precisamente do bairro de Itaquera. Com quatro anos foi morar em Cidade Tiradentes e com o passar do tempo se envolveu de forma apaixonada com as manifestações culturais do local. Há seis meses divulga informações do bairro no blog Circuito Cultural Cidade Tiradentes.

A jovem de 31 anos toca em uma banda de rock, joga vôlei e não cursa o ensino superior. O motivo? Ela ainda não se decidiu sobre a carreira a seguir. “Eu tenho vontade de ir para a faculdade, mas sou indecisa. No momento optaria pelo jornalismo ou para alguma área relacionada à cultura”, diz.

Gi procurou o Mural Brasil com um único objetivo: aperfeiçoar as suas técnicas de escrita e contar as histórias de seu bairro para uma turma composta por pessoas vindas das várias regiões de São Paulo. Para ela, a periferia nada mais é um lugar com problemas estruturais e que sofre com o abandono do governo. “O resto é tudo igual”, complementa.

Ansiosa pela vida, o seu maior medo é de que ela morra e deixe de fazer muitas coisas que poderia fazer. A sua maior expectativa é de que a Cidade Tiradentes (aquela que não é a histórica cidade mineira) ganhe mais visibilidade para os brasileiros. (por Rafael Carneiro da Cunha)

Rafael Carneiro da Cunha

Direto do Alto da Lapa para o Mural Brasil

Por Giselle Vergna

Este paulistano de semblante aparentemente sério, é na verdade, um fanfarrão! Sim amigos, disse e repito: um verdadeiro fanfarrão! hehehe…

Rafael Carneiro da Cunha, no auge dos seus 20 anos, já começou a conversa me dizendo que o único esporte que pratica, é o de levantamento de copos. Por preguiça, deixou de nadar. Calma! Não é nadar de “nadismo”, e sim, de natação.

Rafael, que além de dar conta do seu segundo ano de Faculdade de Jornalismo na PUC, mergulhou em tantos projetos que quase não lhe sobram horas vagas para praticar o “nadismo”. E quando sobra, ele convida os amigos que não vê há um tempo para ir ao cinema e depois levantar uns copinhos com ele.

Trabalha de segunda a sexta na Associação Cidade Escola Aprendiz, mas como é extremamente curioso, tem verdadeira paixão por todas as vertentes do jornalismo, e adora a troca de experiência com pessoas diferentes, abriu mão de dois finais de semana livres, para participar de mais um projeto. O Mural Brasil, na Folha de São Paulo, que tem como objetivo: recrutar correspondentes da periferia. Isto porque Rafael abomina qualquer manifestação de preconceito e separatismo. “Não importa qual a condição social, somos todos iguais!” Afirma, de maneira categórica.

Garoto família, e admirador da cultura brasileira, principalmente no que diz respeito a cultura de periferia, algumas vezes ele se irrita com sua ansiedade e indecisão. Mas de uma coisa ele tem certeza: Encontrou seu caminho e não se vê exercendo outra profissão que não o Jornalismo.

Esse post foi publicado em Exercícios. Bookmark o link permanente.

15 respostas para Alunos do Mural

  1. Valéria Vieira por Daniela Araujo

    Valéria Vieira , 23 anos, mora há 23 anos no bairro Vila Verde em Itaquera. Formada em Comunicação Social – Jornalismo pela PUC – SP em 2009, bolsista pelo Pro Uni. Valéria se interessou pela oficina de jornalismo cidadão por não encontrar nas grandes mídias notícias sobre a comunidade periférica. A oficina proporciona a troca de experiências entre jovens com os mesmos interesses e histórias parecidas.

    Valéria acha um absurdo o fato de que a periferia apenas seja retratada pelas mídias como palco de violência, uso indiscriminado de drogas e tráfico, população carente que precisa de programas assistenciais.

  2. Leandro Vieira disse:

    Luana, a Grande

    Luana Pequeno sempre quis ser escritora, por mais que essa definição ainda estivesse longe de sua mente. Com o tempo, percebeu que queria trabalhar com comunicação. Não, ainda está muito vago.

    Um dia, aí sim, chegou a luz que faltava a ela – “quero escrever sobre a realidade, e não inventar história”. Com esta conclusão feita, só uma área lhe traria satisfação: Jornalismo.

    Procurou a Universidade São Judas Tadeu – onde atualmente cursa o 4º e último ano – e trabalha em assessoria de imprensa de uma agência de comunicação. Em breve, quer seguir os caminhos de alguns excelentes profissionais do Jornalismo: Eliane Brum, Caco Barcelos, Gay Talese. Ela quer ajudar pessoas que procuram boas histórias a achar ótimos personagens.

    Quanto ao seu jeito de trabalhar… É tranquilo. Ela não deixa de opinar. Porém, faz isso sem querer esmagar a opinião dos colegas. Busca a melhoria do trabalho, jogando idéia que possam aprimorar o resultado. Busca fazer um trabalho grande – Pequeno, ela só tem no sobrenome.

  3. Valéria Vieira disse:

    Daniela Araújo por Valéria Vieira

    Daniela Araújo, 24 anos, é formada em Publicidade e Propaganda pela Anhanguera. Desenvolve trabalhos multimídia e está envolvida com o Hip Hop, mais especificamente o graffiti. Promove encontros de graffiti em escolas estaduais das periferias de São Paulo, como o encontro realizado em 2009 na comunidade de Heliópolis com mulheres grafiteiras.

    Atualmente está com um projeto, o de reunir grafiteiros de diversas regiões do Brasil para pintar uma escola no Grajaú, em processo de aprovação pelo Ministério da Cultura de São Paulo. Além disso, está desenvolvendo um vídeo documentário sobre o bairro.

    O interesse pela oficina Mural surgiu pela possibilidade de troca de experiência e discussão sobre a precariedade que as grandes mídias retratam a periferia e como podemos mudar esse quadro.

  4. Ela pensou em ser advogada, mas trancou o curso de Direito, justamente pelo senso de justiça que sempre teve, ao considerar que as leis são injustas… Então, embarcou no Jornalismo.
    Ela é Ana Paula Mendes. Tem 25 anos de labuta nessa sociedade de contrastes. Cursa o 3º ano do curso de Jornalismo, na FAPCOM. Mora há 1 ano e meio no Jardim São Luiz, Zona Sul de São Paulo com o marido Carlos Eduardo.
    A futura ex-advogada e aspirante à jornalista pretende dar voz às histórias de tantas pessoas, principalmente as de zonas periféricas, na busca de contribuir através da profissão no propósito de ajudá-las a conhecerem seus direitos e deveres por meio da informação.
    O curso “Mural Brasil”, mais do que a oportunidade de conhecer novas pessoas e vivenciar outras experiências de fora da sua realidade, é encontrar outros “correspondentes” que como ela, instigam e vestem a camisa para a contribuição e a formação de uma sociedade mais justa e melhor.

    Acompanhe o blog de Ana Paula: http://anapmendes.wordpress.com/
    Sigam-na no twitter: @anamsiqueira

  5. Luana Pequeno disse:

    Tenho certeza de que ele não entrou no jornalismo por acaso. Talvez, na hora de escolher a profissão, tenha tido lá as suas dúvidas, mas talento não é uma coisa que se pode desperdiçar. E isso ele tem bastante. Com um texto sensível e uma percepção apurada, é capaz de passar emoção através das palavras. Nem todo o jornalista é capaz de fazer isso.

    Leandro Vieira se formou no ano passado e se interessou pela oficina do Mural Brasil porque queria conhecer pessoas de outras periferias e saber mais sobre o jornalismo comunitário. Viu no curso uma forma de conhecer pessoas que gostam de jornalismo e, principalmente, sentem paixão em contar histórias.

    Na certa, ele se identificou com o curso. Desde o primeiro momento propôs boas ideias e quis que as coisas acontecessem. Parece ter um perfil observador, mas conversa bastante e mostra saber de tudo um pouco. Era repórter freelancer da revista Piauí, mas atualmente não está trabalhando. Gosta muito de jornalismo literário e não fez faculdade para trabalhar na TV, o que ele gosta mesmo, é de escrever. Pretende desenvolver alguns trabalhos na internet, ou até mesmo no rádio. O importante para ele é o texto, o mundo descrito em palavras.

  6. Karol Coelho disse:

    Karol Coelho apresenta (tchan, tchan, tcharam…) Leandro Machado!

    Quem vê esse menino sentado, quietinho, só observando, não imagina o que passa em sua cabeça – na verdade, quem vê qualquer pessoa não imagina o que se passa em sua cabeça, mas… (rs)
    Com 21 anos, Leandro, morador da Cidade de Ferraz de Vasconcelos, extremo Leste de Sampa, está para terminar o curso de Jornalismo na Universidade São Judas Tadeu. Quase jornalista? Opa! Lembre-se: não precisa mais de diploma! Não só por isso. Já pode ser chamado de jornalista, porque com textos leves e com uma narrativa envolvente já consegue escrever boas crônicas e ao se tratar de texto jornalístico sério – não que o literário não seja – ele também mostra seu talento.
    Fez estágio na Assessoria de Imprensa do SESC Vila Mariana durante dois anos e há um ano colabora para o site “Jornalirismo”. Também tem um blog, não diário, chamado “Verbâmidas” – onde posta crônicas, contos, pensamentos soltos – e o “Neurolistas” – criado há três anos e meio com dois colegas de faculdade. Sonha em trabalhar na Folha de S. Paulo, mais especificamente na Ilustrada. O que não é impossível.
    Se você perguntar pra ele por que escolheu o jornalismo ele faz bico de “não sei” e depois responde que não se imaginava fazendo outra coisa além de escrever.
    Sigam ele! Twitter: @machadoleandro

  7. Ana Mendes disse:

    Da zona rural da Bahia para na imensidão de São Paulo – esse é o Vagner de Alencar, 23 anos, estudante de jornalismo na Universidade Presbiteriana Mackenzie. O primeiro da sua família a cursar ensino superior, espera contribuir com a sociedade através da informação.
    Bolsista da faculdade e Trabalho de Iniciação Científica, Vagner é um grande exemplo de “gente” que deu certo da periferia. E por isso, o intuito de participar do “Mural Brasil”. Mais que aprendizagem, sua história traz consigo o próprio exemplo da periferia e através do projeto, dar voz aos que não tem voz na grande mídia.

    Blog: http://vidaemcronicas.blogspot.com/
    Twitter: @vagnerdealencar

    Por Ana Mendes

  8. Cleber Arruda disse:

    Jéssica Moreira, a Gê – jornalista e poetisa – por Cleber

    Jéssica Moreira ou apenas Gê, como prefere ser chamada, é inquieta e sorridente. Começou a ler aos seis anos. Não dava bola para televisão. Viajava no mundo das palavras e queria reportar tudo que via. Na escola, descobriu a diferença entre os substantivo concretos e abstratos, se encantou. Ganhou um concurso de poesias e sua primeira publicação. Terminou a escola determinada a ingressar em um curso de Letras. Não passou. Sofreu, mas não desistiu de correr atrás.

    Entrou pelo Prouni no curso de Relações Públicas, mas seus professores já viam que o talento para a escrita e a comunicação. Mudou para o Jornalismo e agora faz parte do projeto repórter aprendiz. Jéssica adora se engajar em projetos culturais. Faz textos para o teatro da sua comunidade e quer torná-la conhecida em todo o Brasil.Tem o blog “bilhetesaoluar”, onde extravasa livremente toda a sua poesia.

    Acredita que a comunicação não pode ficar nas mãos de apenas cerca de 20 famílias, por benefício dos leitores, limitados pela ótica dos detentores da comunicação.

    Quis fazer parte do Mural Brasil por perceber algo inédito e muito interessante na iniciativa de um jornalista internacional quer falar sob o olhar dos jovens suas comunidades periféricas, reveladas com tão pouco interesse ou de forma preconceituosa pela grande mídia nacional. Achou a vivência incrível!

    Twitter: gegis00
    Blog: http://bilhetesaoluar.blogspot.com

  9. “Sinto-me nascido eternamente para a eterna novidade do mundo”. Essa frase, de Fernando Pessoa, casa-se bem com o espontâneo e curioso Cleber Arruda, ou Clebinho, como assim é chamado. Um homem de 29 anos que já morou em São Paulo, Ceará e Rondônia e que hoje atua como redator do Jornal Mais. Essas diferenças culturais fizeram com que Cleber se adaptasse às mais variadas culturas e mais que isso, tivesse vontade de falar sobre elas. Além disso, já fez “mochilão” por quase toda a América Latina, e não se cansa nunca de conhecer novas culturas.
    Assim, aos 18 anos, tornou-se Office Boy do Jornal Valor Econômico, onde nasceu a vontade de ser jornalista. Ganhou uma bolsa na Universidade Anhembi Morumbi e em 2009 concluiu o curso.
    Insatisfeito com o jornalismo da chamada “grande mídia”, que nada mostra das periferias por onde passou é que Cleber migrou para o jornalismo popular, pois viu neste tipo de jornalismo um modo de exercer sua cidadania. Já atuando no Jornal Mais, na Editoria de Cidades, Cleber se interessou muito pelo projeto Mural, pois viu nesse projeto uma grande utilidade pública, pois poderia exercer seu grande sonho como jornalista – oferecer utilidade para as pessoas.

    twitter: @cleberarruda

  10. “Uma mulher libertária com sede de viver”

    Por Rafael Carneiro da Cunha

    Roqueira declarada e blogueira desde 2003, Giselle Vergna, a Gi é natural de São Paulo, mais precisamente do bairro de Itaquera. Com quatro anos foi morar em Cidade Tiradentes e com o passar do tempo se envolveu de forma apaixonada com as manifestações culturais do local. Há seis meses divulga informações do bairro no blog Circuito Cultural Cidade Tiradentes.

    A jovem de 31 anos toca em uma banda de rock, joga vôlei e não cursa o ensino superior. O motivo? Ela ainda não se decidiu sobre a carreira a seguir. “Eu tenho vontade de ir para a faculdade, mas sou indecisa. No momento optaria pelo jornalismo ou para alguma área relacionada à cultura”, diz.

    Gi procurou o Mural Brasil com um único objetivo: aperfeiçoar as suas técnicas de escrita e contar as histórias de seu bairro para uma turma composta por pessoas vindas das várias regiões de São Paulo. Para ela, a periferia nada mais é um lugar com problemas estruturais e que sofre com o abandono do governo. “O resto é tudo igual”, complementa.

    Ansiosa pela vida, o seu maior medo é de que ela morra e deixe de fazer muitas coisas que poderia fazer. A sua maior expectativa é de que a Cidade Tiradentes (aquela que não é a histórica cidade mineira) ganhe mais visibilidade para os brasileiros.

  11. Direto do Alto da Lapa para o Mural Brasil

    Por Giselle Vergna

    Este paulistano de semblante aparentemente sério, é na verdade, um fanfarrão! Sim amigos, disse e repito: um verdadeiro fanfarrão! hehehe…

    Rafael Carneiro da Cunha, no auge dos seus 20 anos, já começou a conversa me dizendo que o único esporte que pratica, é o de levantamento de copos. Por preguiça, deixou de nadar. Calma! Não é nadar de “nadismo”, e sim, de natação.

    Rafael, que além de dar conta do seu segundo ano de Faculdade de Jornalismo na PUC, mergulhou em tantos projetos que quase não lhe sobram horas vagas para praticar o “nadismo”. E quando sobra, ele convida os amigos que não vê há um tempo para ir ao cinema e depois levantar uns copinhos com ele.

    Trabalha de segunda a sexta na Associação Cidade Escola Aprendiz, mas como é extremamente curioso, tem verdadeira paixão por todas as vertentes do jornalismo, e adora a troca de experiência com pessoas diferentes, abriu mão de dois finais de semana livres, para participar de mais um projeto. O Mural Brasil, na Folha de São Paulo, que tem como objetivo: recrutar correspondentes da periferia. Isto porque Rafael abomina qualquer manifestação de preconceito e separatismo. “Não importa qual a condição social, somos todos iguais!” Afirma, de maneira categórica.

    Garoto família, e admirador da cultura brasileira, principalmente no que diz respeito a cultura de periferia, algumas vezes ele se irrita com sua ansiedade e indecisão. Mas de uma coisa ele tem certeza: Encontrou seu caminho e não se vê exercendo outra profissão que não o Jornalismo.

  12. Pingback: Projeto de jornalismo cidadão leva notícias da periferia de São Paulo para a grande mídia | Olho na Mira

  13. Pingback: Bruno Garcez: o que e pra quê Jornalismo Cidadão | Maria Frô

  14. Pingback: Brasil continúa apostando por el periodismo ciudadano « (Im)perio-ciuda-nismo

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s